Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Belém quer ter orla, vereadores!

O Movimento Orla Livre realiza na segunda-feira, 9, o Seminário “Da orla que temos à orla que queremos”, às 14h, na Câmara Municipal de Belém.
O evento discutirá a possibilidade de um Plano de Gestão Integrada da Orla de Belém, através da adesão ao Projeto Orla do governo federal, cujas ações buscam o ordenamento dos espaços litorâneos e estuarinos sob domínio da União, aproximando as políticas ambiental e patrimonial, com ampla articulação entre as três esferas de governo e a sociedade.

Está passando da hora de tomar providências, antes que fechem com um paredão de prédios toda a orla de Belém, que assim virará uma estufa insuportável, além de retirar toda a sua beleza. Na minha opinião, a primeira medida deve ser voltar com o antigo gabarito para construções, que antes da ação nefasta de certos vereadores não permitia a altura atual e a especulação imobiliária desenfreada que isto provocou. Não adianta ficar gritando, as ações devem ser eficazes e forçosamente passam pelo Plano Diretor Urbano e intervenção do Poder Legislativo do município, que tem que se mexer. A sociedade precisa exigir de seus representantes mais do que discursos. E ceifar da vida pública os que não corresponderem aos interesses da coletividade. Daqui a dois anos acabam os atuais mandatos. 

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