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As feridas do PSOL, PT e PCdoB

Não convidem para a mesma campanha eleitoral o PSOL, o PT e o PCdoB do Pará. É que, bem na véspera do segundo turno, o presidente nacional do PSOL, professor Luiz Araújo – que é paraense -, deu uma entrevista à Folha de São Paulo no sábado(29) à noite dizendo que o seu partido começou a ocupar o vácuo do PT, comparou o governador Flávio Dino a Sarney, e ainda disse que os 46 prefeitos do PC do B eleitos no Maranhão “são satélites do campo do governo, não foram 46 comunistas eleitos. Nem na China nem lá.” 

A turma petista, que já estava com uma espinha atravessada na garganta porque o deputado federal Edmilson Rodrigues faltou a três plenárias do partido que iriam lhe emprestar apoio, ficou irada. 

Houve ranger de dentes de comunistas e petistas. Aliás, não se tem conhecimento de uma declaração mais infeliz nos últimos tempos, no folclore político. Até o deputado Lélio Costa(PCdoB-PA), de postura sempre cordata e amável, classificou-a como “desnecessária”.

Caldo entornado, leite derramado, eleição perdida, outro Luís parauara, este com “s”, também professor e ex-secretário de Educação, desabafou nas redes sociais. Luís Cavalcante, petista de carteirinha, disse que depois de pensar muito tomou uma decisão. Vai esperar sinais de mudança de seu partido até dezembro. Se tudo continuar como antes, com a “velharia partidária” (sic) comandando o partido, deixará o PT, o único partido ao qual se filiou na vida. E foi logo “tranquilizando” os companheiros: sua bandeira jamais será amarela ou lilás. Ai, ai…

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