A empresa de ônibus Belém-Rio, que faz a linha para o distrito de Outeiro – Ilha de Caratateua, em Belém, aparentemente está falida e reduziu pela metade a sua frota, causando enorme sofrimento aos usuários do transporte coletivo. O serviço,…

A Cosanpa abriu nada menos que seiscentos buracos imensos nos bairros mais movimentados de Belém, infernizando a vida de todo mundo com engarrafamentos e causando graves riscos de acidentes, principalmente porque chove sempre, e quando as ruas alagam os buracos…

O Procurador-Geral de Justiça César Mattar Jr. inaugurou nesta quinta-feira, 16, o Núcleo Eleitoral do Ministério Público do Estado do Pará, que vai funcionar na sede das Promotorias de Justiça de Icoaraci, distrito de Belém. O coordenador será o promotor…

A desembargadora Maria de Nazaré Saavedra Guimarães, que se destaca pelo belo trabalho que desenvolve à frente da Comissão de Ações Judiciais em Direitos Humanos e Repercussão Social do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e que já coordenou…

Aparelhamento político atrasa o Pará

Agora
a AHIMOR – Administração das Hidrovias da Amazônia Oriental  – vai voar. O novo superintendente, indicado
pelo PR de Anivaldo Vale, é o coronel Carlos Alberto Santos, da Aeronáutica.
Assim
não tem como fazer hidrovia no Pará!
Com a notícia da retomada do Estudo de
Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental das usinas hidrelétricas do Tapajós
e de que o derrocamento do pedral do Lourenço será finalmente licitado, o
partido político, que há muito se apoderou do comando do órgão, enxerga no
orçamento milionário dessas obras a chance de se projetar na região. Mas o fato
indesmentível é que, desde que a AHIMOR foi loteada pelos políticos, não passa
de um mero cabide de empregos, sem produção nem contribuição, um retrocesso de mais
de uma década que, mais do que estagnação, causa imensos e irremediáveis
prejuízos ao Pará.
É bom que o movimento “Chega!” dê uma passadinha por lá. E
resgate a missão importantíssima de um órgão público de perfil eminentemente
técnico que, originariamente vinculado à Portobrás, depois que ela foi extinta
ficou no âmbito do Ministério dos Transportes e que, com a criação da
Secretaria Especial dos Portos, num arranjo que certamente não foi motivado
pelo interesse público, ficou subordinado à Companhia Docas do Maranhão, assim
como todas as suas congêneres:
AHINOR, AHSFRA, AHIMOC, AHIPAR, AHITAR, AHRANA,
AHSUL. Sim, até a AHSUL
– Administração das Hidrovias do Sul, responsável pela manutenção da navegação
interior nos cursos d’água do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, também é
subordinada à Codomar, sediada em Itaqui, no Maranhão. Não me perguntem o
porquê.

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