Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Anulado o julgamento do fazendeiro

À unanimidade, a 1ª Câmara Criminal Isolada do TJE-PA anulou, hoje, o julgamento que absolveu o fazendeiro José Rodrigues Moreira, acusado de ser o mandante do homicídio do casal de extrativistas Maria do Espírito Santo e José Cláudio Ribeiro, em 24 de maio de 2011, em Nova Ipixuna, e decretou a sua prisão preventiva. 

Na apelação, o MPE-PA alegou que a decisão do conselho de sentença do Tribunal do Júri de Marabá contrariou as provas que constam nos autos, argumento acolhido pela relatora do recurso, juíza convocada Nadja Nara Cobra Meda. Ela destacou em seu voto que, durante a  sessão do júri, testemunhas ligaram o réu à autoria intelectual do crime, que as provas indicam ter sido a disputa por terra o motivo, que as vítimas ganharam a inimizade do fazendeiro porque denunciaram irregularidade na compra de terras destinadas a assentamento de agricultores e, desde então, ele teria feito várias ameaças, além de promover atos violentos contra os colonos.
Considerando existir ameaça à ordem pública, à garantia da instrução penal e à aplicação da lei, a magistrada decidiu pela prisão preventiva, e foi seguida por seus pares. Agora, haverá novo julgamento. 

Foi apreciado, também, recurso dos acusados de serem executores do crime, Alberto Lopes do Nascimento e Lindonjonson Silva Rocha, condenados a 45 anos e 42 anos e 8 meses de reclusão, respectivamente, cujas sentenças foram mantidas à unanimidade pelos desembargadores. 

Maria do Espírito Santo e José Cláudio Ribeiro foram mortos a tiros na zona área rural de Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, quando atravessavam uma ponte. Os dois denunciavam a extração ilegal de madeira na região e a grilagem de terras destinadas ao assentamento de agricultores. O crime teve repercussão internacional.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *