A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Alô, bancada federal e MPF!

O Brasil caiu para sua pior classificação no ranking mundial de competitividade, chegando ao 56° lugar este ano, de acordo com estudo desenvolvido pelo IMD (International Institute for Management Development), em parceria com a Fundação Dom Cabral.
O desempenho ruim da economia, com taxa de emprego e índice de preços altos, fez o Brasil perder posições pelo quinto ano consecutivo: está agora à frente apenas de Mongólia, Croácia, Argentina, Ucrânia e Venezuela. Em 2010, tinha a 38ª posição. A lista é liderada por Estados Unidos, Hong Kong, Cingapura, Suíça e Canadá.
Dentre os latino-americanos, o Chile tem a melhor posição (35°). O Brasil perde principalmente por ineficiência do governo, quesito que abrange os impactos do ambiente político, institucional e regulatório sobre a competitividade de cada país.
Desde 2011, o Brasil figurava entre os cinco piores nesse fator, e agora está em 60° lugar, à frente apenas da Argentina.
No quesito subornos e corrupção, o país é campeão no ranking.
A infraestrutura é outro gargalo que situa o Brasil entre os piores. 

A situação é feia. Se antes já estava sendo enrolado há anos pela União a pretexto de ajustes, agora mesmo é que o derrocamento do Pedral do Lourenço não sai do papel, com os cortes no orçamento. A não ser que a bancada federal acorde de seu torpor e se mexa para efetivamente garantir a obra, sem a qual a luta de mais de três décadas pelas eclusas de Tucuruí terá sido em vão. Pior: se não tiver uso, a obra que custou R$1,6 bilhão pode se deteriorar, o que é inaceitável e inescusável. O Ministério Público Federal também poderia acionar o governo federal a fim de que seja obrigado a executar a obra, assegurando assim que essa montanha de dinheiro não vá literalmente por água abaixo.

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