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A Academia Paraense de Letras, em iniciativa inédita, realiza nesta sexta-feira, 27, às 19h, uma roda de conversa sobre a ocupação cultural do Parque da Cidade. Os convidados especiais são o engenheiro civil, sanitarista, e de segurança do trabalho, além de administrador, ex-vereador presidente da Câmara Municipal de Belém, ex-deputado estadual e conselheiro aposentado do Tribunal de Contas do Pará, Nelson Chaves, idealizador e articulador do Parque da Cidade; a secretária de Estado de Cultura Ursula Vidal; o escritor, dramaturgo, jornalista e publicitário Edyr Augusto Proença, diretor do Theatro da Paz; o pianista e professor doutor Humberto Azulay, presidente da Academia Paraense de Música; e o economista e professor doutor em Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente João Cláudio Arroyo, pró-reitor de Pesquisa e Extensão da Universidade da Amazônia.

O romancista, pesquisador, conferencista, advogado e professor Ivanildo Alves, presidente da APL, conduzirá o encontro, ao lado do poeta, contista, conferencista e articulista Leonam Gondim da Cruz Jr, que também é desembargador do Tribunal de Justiça do Pará e Doutor em Direito Constitucional, vice-presidente da APL. E todos os presentes na plateia terão direito à palavra. A autoria da proposição, aprovada à unanimidade, é do advogado e escritor João Augusto Figueiredo de Oliveira. A mediação será da jornalista e advogada Franssinete Florenzano. Ao final a Academia elaborará um documento com as reivindicações, que será amplamente divulgado e encaminhado ao governador e à futura governadora que toma posse em 4 de abril.

O Parque da Cidade é o maior equipamento de convivência, turístico e de lazer, espaço multiuso imenso e belo, porém como é novo se ressente de baixa visitação e precisa ter assegurado em seu planejamento atividades culturais, de modo a ser bem aproveitado.

A proposta da APL é envolver todos os atores do meio cultural do Pará, a fim de contribuir para a democratização da ocupação cultural e disseminação de todas as manifestações da identidade parauara.

O Pará é um celeiro de artistas talentosos, e o Parque da Cidade pode abrigar vários teatros, arenas e anfiteatros, acolhendo a música, o teatro, a dança, festivais e feiras literárias, gastronômicas, esportivas e de economia criativa, concursos de bandas das escolas, e receber todas as tribos urbanas, como os grupos de street dance e hip hop, cosplayers, metaleiros, góticos, hipsters, geeks/nerds, rappers e emos, além do skate, que já dispõe de espaço próprio.
Localizada na Rua João Diogo, 235, em frente ao antigo quartel do Corpo de Bombeiros, no bairro da Campina, a Academia Paraense de Letras abre diariamente das 8h às 13h, seus eventos são todos abertos ao público e gratuitos, tem redes sociais, edita revista semestral disponível em versão digital e retomou seu concurso literário, que é uma porta aberta a novos talentos e incentiva a produção dos autores amazônidas.

A APL mantém pacto cultural de envergadura com a academia lusitana de Trás-os-Montes, são reconhecidas coirmãs e já protagonizaram múltiplas atividades culturais em solo brasileiro e português. Também faz intercâmbio cultural com a República Tcheca, através de vários convênios estabelecidos entre as duas instituições, firmados com a embaixadora tcheca no Brasil, Pavla Havrlíková, que já veio muitas vezes ao Pará, com a interveniência do cônsul Ernane Malato, que é diretor da Academia.

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