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A Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027, a primeira disputada na América do Sul, terá o pontapé inicial em 24 de junho do ano que vem e inclui 32 seleções com jogos em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. A expectativa é de que os impactos positivos ultrapassem o período da competição, com estímulo à prática esportiva, fortalecimento das categorias de base, ampliação da participação feminina no esporte e promoção da igualdade de gênero.

Lula quer passar ao mundo que a Copa será um palco de combate ao feminicídio, à violência contra a mulher e, principalmente, ao fortalecimento delas.

A Copa do Mundo passada foi na Nova Zelândia, país geograficamente isolado, que foi visitado por três milhões de turistas. Aqui no Brasil, espera-se muito mais. Para coordenar ações de segurança e mobilidade durante o evento, o governo instituiu o Comitê Gestor da Copa do Mundo de Futebol Feminino da FIFA 2027 e a Secretaria Extraordinária, em parceria com a FIFA. Também será discutida a Medida Provisória nº 1.335, destinada a proteger a propriedade intelectual do evento e coibir o marketing de emboscada, quando outras marcas tentam se aproveitar ou apropriar indevidamente do evento.

Esta semana, a FIFA divulgou ilustrações exclusivas que representam as oito cidades-sede. Assinadas por artistas brasileiras, elas reforçam a identidade visual do Mundial e dialogam com a tradição do país de ocupar ruas e espaços públicos para celebrar o futebol. Inspiradas na cultura local, na arte urbana e na relação afetiva da população com o esporte, as obras transformam o futebol feminino em linguagem visual e reforçam o papel do Brasil como anfitrião de um evento histórico.

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