0
 
O promotor de justiça Arnaldo Azevedo, coordenador do Grupo Especial de Atuação no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), responsável pela denúncia criminal dos servidores da Alepa por fraude e peculato, que causaram rombo superior a R$100 milhões, está, ainda, investido da função eleitoral pelo Parquet, na fiscalização da propaganda, tudo isso sem deixar de atender a sua rotina diária na Vara Criminal em que atua. Trata-se de um trabalho hercúleo. O promotor acredita que a juíza Alda Gessyane Tuma, da 11ª Vara Penal de Belém, vai condenar todos os acusados. Tramitam mais três processos envolvendo outros servidores.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

Encontro de Mulheres Negras em Moju

Anterior

Círio musical será liberado, mas fogos não

Próximo

Você pode gostar

Comentários