Publicado em: 28 de maio de 2015
O Brasil caiu para sua pior classificação no ranking mundial de competitividade, chegando ao 56° lugar este ano, de acordo com estudo desenvolvido pelo IMD (International Institute for Management Development), em parceria com a Fundação Dom Cabral.
O desempenho ruim da economia, com taxa de emprego e índice de preços altos, fez o Brasil perder posições pelo quinto ano consecutivo: está agora à frente apenas de Mongólia, Croácia, Argentina, Ucrânia e Venezuela. Em 2010, tinha a 38ª posição. A lista é liderada por Estados Unidos, Hong Kong, Cingapura, Suíça e Canadá.
Dentre os latino-americanos, o Chile tem a melhor posição (35°). O Brasil perde principalmente por ineficiência do governo, quesito que abrange os impactos do ambiente político, institucional e regulatório sobre a competitividade de cada país.
Desde 2011, o Brasil figurava entre os cinco piores nesse fator, e agora está em 60° lugar, à frente apenas da Argentina.
No quesito subornos e corrupção, o país é campeão no ranking.
A infraestrutura é outro gargalo que situa o Brasil entre os piores.
O desempenho ruim da economia, com taxa de emprego e índice de preços altos, fez o Brasil perder posições pelo quinto ano consecutivo: está agora à frente apenas de Mongólia, Croácia, Argentina, Ucrânia e Venezuela. Em 2010, tinha a 38ª posição. A lista é liderada por Estados Unidos, Hong Kong, Cingapura, Suíça e Canadá.
Dentre os latino-americanos, o Chile tem a melhor posição (35°). O Brasil perde principalmente por ineficiência do governo, quesito que abrange os impactos do ambiente político, institucional e regulatório sobre a competitividade de cada país.
Desde 2011, o Brasil figurava entre os cinco piores nesse fator, e agora está em 60° lugar, à frente apenas da Argentina.
No quesito subornos e corrupção, o país é campeão no ranking.
A infraestrutura é outro gargalo que situa o Brasil entre os piores.
A situação é feia. Se antes já estava sendo enrolado há anos pela União a pretexto de ajustes, agora mesmo é que o derrocamento do Pedral do Lourenço não sai do papel, com os cortes no orçamento. A não ser que a bancada federal acorde de seu torpor e se mexa para efetivamente garantir a obra, sem a qual a luta de mais de três décadas pelas eclusas de Tucuruí terá sido em vão. Pior: se não tiver uso, a obra que custou R$1,6 bilhão pode se deteriorar, o que é inaceitável e inescusável. O Ministério Público Federal também poderia acionar o governo federal a fim de que seja obrigado a executar a obra, assegurando assim que essa montanha de dinheiro não vá literalmente por água abaixo.









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