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Hoje, em audiência no Ministério Público, com a interlocução da Secretaria de Estado de Meio-Ambiente e Sustentabilidade,  para viabilizar o Plano Emergencial do Tratamento de Chorume no aterro sanitário em Marituba, a Guamá aceitou a obrigação imediata de retirar, de início, 30 mil metros cúbicos de chorume para tratamento externo. O material será tratado na Ete Biotech, em Paulista (PE). A empresa deve ainda continuar buscando alternativas para acelerar o volume de chorume a ser tratado externamente. Um cronograma foi definido, com todas as etapas. Mensalmente, a empresa deve apresentar relatórios ao MP, Semas-PA e à Justiça. 

A Semas-PA tem prazo até a próxima sexta-feira, 26, para avaliar o plano. No mesmo dia, deve sair o resultado da análise dos pesquisadores da Fadesp/UFPA que vêm acompanhando o caso.
No dia 1º de fevereiro, às 9h, haverá nova reunião, no auditório do MP de Marituba, para atualizar as medidas.
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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