Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Quilombolas de Oriximiná no RJ

Peças de artesanato produzidas por descendentes de negros escravizados que fugiam e construíam quilombos em Oriximiná, município no oeste do Pará, estão na mostra “Do Barro e da Castanha: as Artes de Quilombolas de Oriximiná”, que abre às 17h do próximo dia 25, na Sala do Artista Popular, no Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular, ligado ao Iphan, no Rio de JaneiroEntre florestas, rios e igarapés, as mãos que dão vida ao barro e à castanha guardam memórias de encantamentos e resistência. A produção de panelas, potes, pratos e outros utensílios, que já vinham sendo substituídos por objetos industrializados, foi literalmente resgatada pelo projeto Educação Patrimonial e Ambiental desenvolvido pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e Mineração Rio do Norte junto a essas comunidades, desde os anos 2000. 


O extrativismo da castanha é ligado à história dos quilombolas. Mas foi a parceria entre várias instituições na década de 90, entre elas a Comissão Pró-Índio de São Paulo e a Associação dos Remanescentes de Quilombos de Oriximiná (ARQMO), que possibilitou a participação de quilombolas em oficinas para transformar os ouriços das castanhas em peças artesanais. O ouriço é o fruto da castanheira, que contém várias amêndoas em seu interior.


Tudo estará à venda e a exposição vai até 18 de fevereiro, de terça a sexta das 11h às 18h e aos sábados, domingos e feriados das 15h às 18 h, na rua do Catete, 179 (metrô Catete), Rio de Janeiro-RJ.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *