O procurador do Ministério Público do Trabalho Sandoval Alves da Silva tomou posse na chefia da Procuradoria Regional do Trabalho da 8ª Região para o biênio de 2021-2023 enfatizando o papel decisivo do MPT na garantia dos direitos humanos. O…

Prevaleceu o bom senso e o cuidado com as pessoas. O prefeito Edmilson Rodrigues ouviu o secretário municipal de Saúde, Maurício Bezerra, e técnicos responsáveis pela vacinação e enfrentamento à Covid-19, e cancelou os desfiles das escolas de samba, blocos…

Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Zequinha Marinho nas barras do STF

Mais um peixe grande da política parauara caiu na rede do MPF e está pra lá de enrolado. Lembram do escândalo
da “caixinha”? Pois é. Agora o STF
abriu inquérito para investigar o deputado Zequinha Marinho (PSC-PA), acusado
de peculato e concussão, por recolher 5% dos salários dos funcionários do seu
gabinete parlamentar para a formação da tal
caixinhado partido. Série
de reportagens do 
Congresso em Foco mostrou como funcionava o esquema. Na
época, Zequinha Marinho, em entrevista, admitiu a prática, justificando,
candidamente: “É uma coisa justa e
correta. Se não quiser, não vai, não se mete em política.
Todo mundo faz”.
O ministro Gilmar
Mendes, relator do caso, determinou que a Polícia Federal ouça 23 servidores e
ex-servidores do gabinete do deputado que integravam uma lista de pessoas que
contribuíam para a indigitada caixinha.
Na segunda-feira passada, Zequinha
Marinho disse ao Congresso
em Foco
 que
a contribuição é e sempre foi opcional. E que nem sabe quantos dos seus
funcionários pagam os 5% ao PSC. O site parece ter mais interesse do que o
deputado, porque em um levantamento não só identificou os pagantes como
verificou que só três deles eram filiados ao PSC. Além do que há decisão do TSE segundo a qual mesmo servidores
filiados não podem ser descontados em seus contracheques a título de
contribuição partidária.
Em e-mail datado de 25 de março de
2011 à sua chefe de gabinete, Zequinha Marinho manda que ela peça ao então
assessor de imprensa Humberto Santos Azevedo, que não queria pagar os 5% sobre
o salário bruto, que “providencie com a
maior brevidade possível o depósito”
. A demissão veio, em novo e-mail do
deputado, seis dias depois, ante a falta de pagamento.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *