A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Vaza Lista de Janot: dois são do Pará

A República ferve. A “lista do Janot” vazou e agora se sabe que o ministro Luiz Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou a Procuradoria Geral da República a investigar 9 ministros, 29 senadores e 42 deputados federais, e mais 12 governadores.  Entre os alvos estão os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). 

Três dos ministros investigados são do PMDB: o da Casa Civil, Eliseu Padilha; o da Secretaria-Geral da Presidência da República, Wellington Moreira Franco; e o da Integração Nacional, Helder Barbalho. Dois ministros são do PSDB: o das Cidades, Bruno Cavalcanti de Araújo, e o das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira. Um é do PPS: o da Cultura, Roberto Freire; um do PRB: o da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Antônio Pereira; e um do PP: o da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, e por fim um do PSD: o da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab. 

Já entre os senadores, digamos, encalacrados, nove são do PMDB: Romero Jucá Filho(RR), Renan Calheiros(AL), Edison Lobão(MA), Kátia Abreu(TO), Eunício Oliveira(CE), Eduardo Braga(AM), Valdir Raupp(RO), Garibaldi Alves Filho(RN) e Marta Suplicy(SP). 

Sete são do PSDB: Aécio Neves (MG), Antônio Anastasia (MG), Cássio Cunha Lima (PB), Dalírio José Beber (SC), José Serra (SP), Eduardo Amorim(SE) e Ricardo Ferraço(ES).

Quatro são do PT: Paulo Rocha (PA), Humberto Costa(PE), Jorge Viana (AC) e Lindbergh Farias(RJ). 

Dois são do PSB: Fernando Bezerra Coelho (PE) e Lídice da Mata (BA). Dois do DEM: José Agripino Maia (RN) e Maria do Carmo Alves (SE). E mais dois do PP: Ciro Nogueira (PI) e Ivo Cassol (RO). 

Já o PCdoB também entrou na lista com uma: Vanessa Grazziotin (AM), assim como o PTC: Fernando Afonso Collor de Mello (AL) e o PSD: Omar Aziz (AM).

Entre os deputados federais são alvos 11 do PT: Marco Maia (RS), Carlos Zarattini (SP), Nelson Pellegrino (BA), Maria do Rosário (RS), Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (SP), Vander Loubet (MS), Zeca Dirceu (SP), Zeca do PT (MS), Vicente Cândido (SP), Décio Lima (SC) e Arlindo Chinaglia (SP).

Cinco deputados são do PP: Mário Negromonte Jr. (BA), Paulo Henrique Lustosa (CE), Cacá Leão (BA), Dimas Fabiano Toledo (MG) e Júlio Lopes (RJ). Do DEM são 5: Rodrigo Maia (RJ), José Carlos Aleluia (BA), Felipe Maia (RN), Ônix Lorenzoni (RS) e Rodrigo Garcia (SP).

O PMDB tem 4 deputados envolvidos: Jarbas Vasconcelos (PE), Pedro Paulo (RJ), Lúcio Vieira Lima (BA) e Daniel Vilela (GO). Do PSDB há 4: Jutahy Júnior (BA), Yeda Crusius (RS), João Paulo Papa (SP) e Betinho Gomes (PE).

Já do PR são 3: João Carlos Bacelar (BA), Milton Monti (SP) e Alfredo Nascimento (AM). Do PRB, 2: Celso Russomano (SP) e Beto Mansur SP); do PSB também 2: José Reinaldo (MA), por fatos de quando era governador do Maranhão, e Heráclito Fortes (PI). Do PSD, idem: Antônio Brito (BA) e Fábio Faria (RN). 

O PCdoB de novo entrou com um na lista: Daniel Almeida (BA), assim como o PTB: Paes Landim (PI), PPS: Arthur Oliveira Maia (BA) e SD: Paulinho da Força (SP). Até ministro do TCU entrou na roda, digo, na lista: Vital do Rêgo Filho.

Constam, ainda, doze governadores: do Rio Grande do Norte, Robinson Faria (PSD); de Alagoas, Renan Calheiros Filho(PMDB); do Acre, Tião Viana (PT); do Espírito Santo, Paulo Hartung(PMDB); de São Paulo, Geraldo Alckmin(PSDB); de Minas Gerais, Fernando Pimentel(PT); do Maranhão, Flávio Dino(PCdoB); do Rio, Luiz Fernando Pezão(PMDB); de Santa Catarina, Raimundo Colombo(PSD); do Tocantins, Marcelo Miranda(PMDB); do Paraná, Beto Richa(PSDB); e de Goiás, Marconi Perillo(PSDB),  mais  26 políticos já sem foro no STF.  

“O Estado de S. Paulo” teve acesso a despachos do ministro Fachin, assinados eletronicamente no último dia 4.
Os pedidos de investigação, apresentados em 14 de março ao STF pelo procurador-geral da República se basearam nas delações premiadas de 78 executivos e ex-dirigentes da Odebrecht.
Conforme o site do Estadão, Fachin autorizou a quebra do sigilo das 83 investigações abertas a pedido de Janot. 

Entre os “outros“, figuram  o ex-ministro Guido Mantega, o vereador e ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia (DEM), o ex-ministro Paulo Bernardo, o ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PMDB) e o notório José Dirceu, além dos maridos de Marta Suplicy, Vanessa Grazziotin e Kátia Abreu, que foram arrecadadores na campanha eleitoral.

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