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Um enredo de terror na vida real

Vocês lembram daquele caso tenebroso em que uma fisioterapeuta grávida de 8 meses foi atacada em seu consultório? Pois ontem o 2º Tribunal do Júri, presidido pelo juiz Moisés Flexa, acatou a tese do promotor de justiça Edson Augusto Cardoso de Souza e condenou Ediane da Conceição de Souza Correa, 38, por tentativa de homicídio contra Caroline Bárbara Marinho de Siqueira Mendes, 33.  

O enredo parece saído de um filme de terror – ou de novela. Mas a arte é que imita a vida. Conforme os autos, no dia 18 de dezembro de 2014, por volta das 10h, Ediane foi em uma clínica especializada em cirurgias estéticas, localizada na rua João Balbi, centro de Belém, fingindo ser uma paciente, e se apresentou como “Meire Rosa”. Ao ser atendida, aparentava comportamento estranho, o que chamou a atenção da vítima Caroline, que logo pediu para que sua assistente permanecesse no local. Porém, em certo momento, Ediane insistiu que queria falar a sós com a fisioterapeuta, com o que a assistente se retirou. Foi então que ela trancou a porta, pegou de sua bolsa uma faca de porte médio e colocou no pescoço de Caroline, as duas travaram luta corporal, até que Ediane pegou uma garrafa plástica contendo amônia e chumbinho, e começou a espirrar o líquido contra o rosto de Caroline. Não satisfeita, ainda empurrou a garrafa na boca da vítima, que continuou a se debater, até que foi socorrida por outro médico que trabalhava no local, que arrombou a porta e conseguiu separar as duas. Caroline foi retirada do consultório passando mal, com os olhos vermelhos, espumando pela boca e sem conseguir respirar direito, inclusive ficou mais de uma semana com a visão comprometida. Ediane tentou fugir, mas foi detida por uma funcionária até a chegada da polícia. Caroline foi socorrida na própria clínica onde trabalha e em seguida encaminhada a um hospital particular. Foi apurado que a agressora – evidentemente tem problemas psiquiátricos -, mantinha perfil fake nas redes sociais, desenvolveu fixação pelo marido da vítima e decidiu eliminá-la.

O advogado Roberto Lauria atuou como assistente de acusação. A pena base de 21 anos de reclusão foi reduzida em um sexto por ser tentativa, ficando em 14 anos de reclusão em regime inicial fechado. O juiz negou o direito de recorrer da sentença em liberdade. 

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