Patrick Luis Cruz de Sousa, candidato a presidente do Conselho Regional de Farmácia do Pará pela Chapa 1 e atual conselheiro do CRF-PA, discursa na campanha em favor das mulheres, que representam 70% da categoria, mas no início deste ano…

A 27ª Unidade de Conservação do Estado do Pará abrange os municípios de Jacareacanga e Novo Progresso, no sudoeste paraense. O Decreto nº 1.944/2021 foi assinado pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira, 21, e publicado ontem (22) no Diário Oficial…

O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Turismo: bancarrota ou redenção

Dados divulgados pelo Ministério do Turismo apontam que até outubro de 2016 os gastos de turistas estrangeiros no Brasil ultrapassaram 5 bilhões de dólares – 6,57% a mais em comparação com o mesmo período de 2015. Mas é pouco. Muito pouco, aliás, diante de tanta beleza que tem o País e em comparação com os resultados alcançados pelo resto do mundo:  até a África do Sul tem um índice mais elevado que o Brasil. Para se ter uma ideia, a situação do turismo é tão ruim que a expectativa otimista é de que o saldo da receita se mantenha positivo neste ano. O setor aéreo e o comércio são os segmentos mais afetados pelo encolhimento do mercado. 

O cenário paradisíaco não é suficiente para alavancar o turismo. Além do corte em investimentos e a falta de propaganda no exterior, o Brasil não oferece a mesma qualidade em infraestrutura e competitividade nos preços. Os americanos estão entre os turistas que mais viajam pelo mundo, mas o Brasil ocupa apenas o 25º lugar no ranking dos destinos mais procurado por eles e ainda figura na 45ª posição no ranking de países que mais recebem visitantes estrangeiros.

Em tempos de crise, o turismo poderia – e deveria! – ser o grande trunfo do Brasil e, em especial, da Amazônia e do Pará. O velho bordão de que as dificuldades também geram oportunidades permanece válido. Mas é uma área que não admite amadorismo. Executivos especializados, experientes e com cases de sucesso mundo afora deveriam estar à frente de projetos com reais chances de sair do papel.

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