Quando todos apostavam em uma radicalização que causasse esgarçamento das relações empresariais na cúpula das indústrias instaladas no Pará, a diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Pará, liderada por José Conrado Santos e José Maria Mendonça, deu uma…

Os botânicos Fúvio Oliveira e Rafael Gomes, doutorandos do Programa de Pós-graduação em Botânica Tropical do Museu Paraense Emílio Goeldi e Universidade Federal Rural da Amazônia, concorreram com 86 jovens cientistas do mundo inteiro e estão entre os 23 contemplados…

Na próxima terça-feira, dia 16, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Chicão, deverá incluir na pauta do plenário a apreciação do Processo nº 7/2022, encaminhado pelo Tribunal de Contas do Estado, tratando da prestação de contas do Governo do Pará…

Liderados pelo presidente da Associação Nacional dos Membros do Ministério Público (Conamp), promotor de justiça Manoel Murrieta, que é paraense, promotores, procuradores, juristas e convidados do Brasil inteiro irão reafirmar o compromisso institucional do Ministério Público e o seu papel…

Troca no Comando Militar do Norte

Após dois anos e três meses à frente da 2ª Região Militar, o general de Exército João Chalella Júnior assumiu o Comando Militar do Norte, sediado em Belém, na sexta-feira (27), em substituição ao general Sérgio da Costa Negraes. A solenidade militar foi prestigiada pelo ministro da Defesa, general Walter Braga Netto, o comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, o governador Helder Barbalho, a presidente do TRE-PA, desembargadora Luzia Nadja Nascimento Jr. e pelo decano e ex-presidente do TJPA, desembargador Milton Nobre, entre outras autoridades civis e militares. A jurisdição do CMN abrange os estados do Pará, Amapá, Maranhão e parte do Tocantins.

O efetivo do Comando Militar do Norte na Amazônia Oriental é de quinze mil. Só em Belém, ficam dez mil. Parte do efetivo pode ser empregada no cumprimento de missão integrada com o governo do Estado no combate a focos de incêndio, em caso de necessidade.

O CMN foi criado para multiplicar as ações do Exército Brasileiro na Amazônia Oriental, com o objetivo de aumentar a capacidade operacional, o gerenciamento administrativo e proporcionar melhores condições de emprego da Força Terrestre.

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