Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Taxiclista, de Batalhador a Uber Bike

Agora se fala em Uber Bike com ares de grande novidade. Mas essa modalidade de transporte já existe há quase quarenta anos em Abaetetuba (do tupi-guarani, terra de homens fortes e valentes), cidade situada às margens do rio Maratauíra, ao nordeste do Pará, que tem traços culturais singulares, entre os quais o artesanato de miriti, a construção naval, a produção de aguardente (o que lhe rendeu a alcunha de “Terra da Cachaça”) e o batalho, que é nada menos que o transporte em bicicletas. 

É só chegar em Abaeté para notar que lá as magrelas têm a preferência da população local. No início da década de 1970, surgiram lá agências que alugavam bicicletas pelo período de uma hora. Quando a devolução acontecia antes do prazo acordado, os usuários solicitavam ao dono que alguém os levasse até suas respectivas casas, a título de compensação. Esse serviço era conhecido como “deixada”, assim também era possível entregar compras. Com o fim das agências, os condutores passaram a se denominar “batalhadores”. E hoje  são taxiclistas, operam organizados, com camisas padronizadas, no transporte de passageiros e cargas de todo tipo. 

Antigamente, quando o movimento era bom de manhã o batalhador não ia trabalhar à tarde, porque “_Já ganhemo o da bóia…“, e passava o cliente ao colega, pois “_ Este um ainda não fez nada hoje”. Tempos solidários engolidos pela competitividade capitalista.

E assim continuam a ganhar a vida levando os passageiros sentados na garupa forrada e com os pés sobre o “porta-pé”, para maior conforto do freguês. E viva a gente parauara!

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