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SOS Santa Casa

O governador
Simão Jatene, o MPF, MPE e MPT precisam agir urgentemente quanto ao que
acontece na Fundação
Santa
Casa de Misericórdia do Pará.
O MPE recebeu
representação com pedido de providências em relação ao elevado número de morte
de bebês – 34 só em julho -, e ao fato de que o Pará registra a segunda maior mortalidade
infantil de todo o País.
A presidente da Santa Casa, Eunice
Begot, está perseguindo funcionários que denunciaram as péssimas condições de
trabalho e a mortandade de bebês. Como foi cobrada pelo governador, resolveu punir exemplarmente os servidores, ao invés de tomar providências para debelar
a crise da instituição. Deixou bem claro que não quer opositores a ela na Santa Casa, como se fosse seu feudo
particular. Os servidores que ousaram denunciar o descalabro estão sofrendo um
inferno lá. Ela chegou ao cúmulo de abrir processo administrativo, mas retirou
ao ser aconselhada acerca da enorme possibilidade de ser processada por assédio
moral. Mas fica ameaçando de forma dissimulada, a fim de obrigar que os
efetivos peçam para ir trabalhar em outro órgão.
A GDI – Gratificação de Desempenho
Institucional, que o governo federal repassa aos profissionais de acordo com o
atendimento – é uma das piores da história da Santa Casa, por causa da falta de
prestação de contas. A revolta no quadro de pessoal é grande, todos estão com baixa
estima, há muitos doentes e estressados, por isso tem muitas faltas ao serviço.
O governador pode facilmente verificar a diferença na GDI entre o hospital Ofir
Loyola, Hospital de Clínicas e a Santa Casa.
A diretora Neila Dahas (cuja família é
dona do Hospital Jean Bitar, alugado para o Estado – aliás, estão caindo as pastilhas da fachada do prédio)
é acusada de perseguir os médicos e enfermeiros. Chega de jogo de empurra e comparações infelizes com o governo anterior. A
maioria da população não é filiada a partidos políticos e não quer saber quem
matou mais bebês na Santa Casa, e sim que eles parem de morrer por atendimento
inadequado.

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