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Sindmepa representa ao MP

A promotora de Justiça Elaine Castelo Branco, coordenadora
das Promotorias de Direitos Constitucionais Fundamentais, Defesa do Patrimônio Público
e da Moralidade Administrativa, e que responde pela Promotoria da Saúde, recebeu
representação formulada pelo Sindicato dos Médicos do Pará ao Ministério
Público do Estado, sobre a situação da Fundação Santa Casa de Misericórdia do
Pará e já requisitou à presidente da Santa Casa, Maria Eunice Begot da Silva,
que preste as informações devidas sobre o caso, no prazo de cinco dias. Após a
resposta da direção do hospital, avaliará que medidas poderão ser tomadas pelo
MP.
Leiam a nota que me foi enviada pelo Sindmepa, hoje:
“A crise na
Santa Casa e a opção pela farsa
Três dias após o registro de Boletim de Ocorrência feito
por um médico dando conta da superlotação da Santa Casa e da falta de leitos na
UTI para bebês que, em estado grave eram mantidos na Unidade de Cuidados
Intermediários (UCI), o  governador Simão Jatene visitou  o hospital
e foi anunciada a inauguração de dez novos leitos. Segundo relato dos médicos,
a área chegou até a ser batizada como UTI 3.   
No dia seguinte, contudo, por recomendação da Comissão
Interna de Controle de Infecções do Hospital (CCIH), a “UTI” foi desmontada por
absoluta falta de condições para funcionar.
Ontem, segundo matéria publicada no jornal O Liberal, a
secretária adjunta de Saúde Heloísa Guimarães admitiu a farsa, mas ressaltou
que a montagem da UTI de mentirinha não “custou nada aos cofres públicos”. Ou
seja, para a secretária, se não houve gastos, não há mal algum em enganar a
população fazendo de conta que inaugura leitos de UTI que não existem.
Ontem, mais uma vez, após denúncias dos médicos, o
governo optou por fazer uma maquiagem na Santa Casa, chamar a imprensa, mostrar
que estava tudo bem e acusar os médicos de estarem agindo em retaliação contra
medidas administrativas tomadas pela direção do Hospital. As fotos anexadas à
representação que o Sindmepa fez ao Ministério Público Estadual e Ministério
Federal e ao Conselho Regional de Medicina, contudo, revelam qual o era quadro
da Santa Casa na segunda-feira quando os médicos procuraram o Sindicato para
pedir orientações sobre como agir diante do quadro de superlotação e falta de
materiais para o correto atendimento de mães e bebês.
Esperamos que, para além das maquiagens e leitos
inaugurados e depois desmontados, a Santa Casa seja olhada com a atenção que
merece. Que as representações do Sindmepa sirvam para um levantamento da real
situação do hospital e que diante disso, o governo assuma seu papel de gestor
da saúde no Estado e busque uma solução.”
                

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