Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Segup investiga ameaças a deputado

A pedido do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Márcio Miranda, a delegada geral de Polícia Civil, Christiane Ferreira, e o secretário adjunto de Segurança Pública, coronel Hilton Benigno, foram ao Palácio Cabanagem hoje e, junto com o chefe da Casa Militar da Alepa, coronel Fernando Noura, ouviram o relato do deputado Carlos Bordalo quanto a ameaças de morte a si e à sua família. De imediato traçaram uma estratégia para descobrir os autores e também para proteção ao parlamentar e seus familiares. 

Logo cedo, em pronunciamento na tribuna, Bordalo(PT), que é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alepa, denunciou que na época em que foi relator da Comissão Parlamentar de Inquérito das Milícias foi alvo de ameaças de morte, mas depois de um tempo elas pararam. Contudo, conforme expôs em seu discurso, recentemente – coincidindo com o julgamento de dois acusados de comandar milícias na chamada chacina no Guamá (ocorrida em novembro de 2014) apontados no relatório da CPI das Milícias como os principais líderes de organização criminosa -, começou de novo a receber “recados” ameaçadores, culminando com a ida de uma pessoa até o seu gabinete, dizendo que teve acesso a informações de reuniões desses grupos em Belém, no sentido de que decretaram a morte do parlamentar e que se não o matarem vão matar filhos, namorada e quem estiver ao seu redor.

Os oficiais da PM e a Polícia Civil preferiram não detalhar as providências, a fim de não prejudicar a eficácia das investigações, cujo sigilo é essencial para alcançar eficácia. 

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