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Samba do crioulo doido

É
uma coisa essa obra de derrocamento
do pedral do Lourenço, destinada a permitir a navegação no rio Tocantins entre
Marabá e o porto de Vila do Conde, em Barcarena.
O
diretor geral do Dnit, general Jorge Fraxe, disse recentemente na Comissão de
Infraestrutura do Senado que o valor do projeto básico elaborado pela equipe de
professores da UFPA, liderada pelo professor doutor Hito Braga, “era de R$500 milhões, mas depois de várias
análises chegou-se à conclusão de que o valor estava alto demais, então a
empresa que venceu a licitação recalculou os valores e propôs receber R$300
milhões pelo serviço. Essa atitude fez a direção do Dnit desacreditar na
empresa e por isso pediu o cancelamento da licitação.”
Na
semana passada, em Marabá, ao lado do presidente da CDP, Carlos Ponciano, Hito
Braga sustentou a viabilidade do projeto, no valor de R$ 520.144.372,79.
A Vale prometeu entregar no final deste mês outro
estudo que financiou. O problema é que estão chamando de projeto executivo
básico do pedral do Lourenço. Parece o samba
do crioulo doido
. Ou é básico ou é executivo. E isso ninguém esclarece, nem
Vale, nem Dnit.
Aliás, ao contrário do que pensam desavisados,
a Vale não está garantindo a obra, muito menos a hidrovia Tocantins/Araguaia.
Apenas pagou o estudo alternativo. E a ALPA ainda não saiu do papel. Assim como
o sonhado polo metal-mecânico e a verticalização da produção, prometida há
décadas.

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