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Rota Belém/Bragança Patrimônio Cultural e Imaterial


A Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa aprovou à unanimidade o projeto de lei nº 11/2016, que declara Patrimônio Cultural e Imaterial do Estado do Pará a Rota Belém/Bragança. A iniciativa é do presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda. A Rota inclui  os municípios de Marituba, Benevides, Santa Isabel, Castanhal, Igarapé-Açu, Nova Timboteua, Peixe-Boi, São Francisco do Pará, Salinópolis, Capanema, Tracuateua e Bragança, num trajeto de 222,88 Km, que vai de São Brás à Caixa D’Água de Bragança. 

A Estrada de Bragança, que depois viraria Tito Franco e hoje é a Av. Almirante Barroso, data provavelmente de 1898 e começava em frente ao Bosque Municipal, no Marco da Légua. O prédio da estação em Belém ficava na XVI de Novembro, na esquina da Almirante Tamandaré. 

O desafio é transformar pelo Turismo (receptivo, de eventos, hospedagem e alimentação, por exemplo) e ao mesmo tempo incrementar a agropecuária, avicultura, pesca e apicultura, comércio e serviços, além da indústria na região do Salgado.  Capacitar a população para transformar sua produção da roça de modo a atender turistas. Os atrativos são muitos, desde o artesanato local até os campos naturais da região bragantina, passando pela Ponte do Livramento nos limites entre Igarapé Açu e Nova Timboteua, comunidade quilombola de N. Sra. do Livramento em Igarapé Açu, onde há também programação litúrgica e cultural da Festividade do Glorioso São Sebastião, além de licores com diversos sabores produzidos ao longo da Rota e o Circuito do Sal. 

No caminho dá para conhecer um pouco da História do Pará e ainda economizar 40 Km para ir a Salinópolis, aproveitando as belas paisagens da primeira Rota Turística da Região Amazônica-Atlântica. A Estrada de Ferro Belém-Bragança existiu por 82 anos (1883–1965) e às margens dela estruturaram-se colônias agrícolas que destinavam sua produção ao mercado ou porto de Belém. A ferrovia foi desativada há mais de 50 anos, mas até 1965 foi fundamental para o escoamento da produção da região nordeste do Pará. 

Há 13 municípios na rota entre Belém e Bragança conectados por meio da extinta malha ferroviária.
A desativação da EFB, em 1965, não só impactou a mobilidade entre Belém e Bragança, mas também desarticulou todo o corredor de desenvolvimento que existia, pela troca de informações, conhecimento, mercadorias e interação de pessoas. 

Para percorrer a Rota: saindo de Belém pela BR-316 até Castanhal, dobre à esquerda em direção à Av. Barão do Rio Branco, para entrar na rotatória e seguir pela PA-320 (estrada que vai para São Francisco do Pará). Deste ponto, siga direto, passando por Nova Timboteua, e dois quilômetros depois chegará ao trevo da PA-242 com a PA-324, seguindo por esta última até Salinas, ou pela PA-308 com direção a Capanema e Bragança.

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