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Rito de passagem

Pincei do texto que o jornalista Ali Kamel, da revista Época, escreveu em despedida a Rodolfo Fernandes, diretor de Redação de O Globo, morto aos 49 anos, vítima de esclerose lateral amiotrófica – doença degenerativa que paralisa totalmente o corpo, mantendo a sensibilidade, a inteligência e a lucidez intactas – este trecho, propondo uma reflexão domingueira acerca do sentido e da transitoriedade da vida. Estamos, literalmente, de passagem marcada, só não sabemos a data.  Mais do que nunca, penso que precisamos conjugar o tempo presente, ser e exercitar em plenitude nossa condição humana  cidadã.
A vida é incerteza pura. De repente, algo terrível pode se abater sobre nós, mesmo que sejamos, como Rodolfo, suaves, firmes, bem-humorados, afetuosos, independentes, reservados, em paz com o que a vida nos deu, amorosos, carinhosos, de hábitos saudáveis, convictos, apaixonados, leves e juvenis. Nada disso nos imuniza, e é por isso que precisamos viver a vida de maneira intensa, cada minuto. (…) Não há problema que não deva ser enfrentado com serenidade e dignidade. Quantas vezes não perdemos a cabeça diante de pequenos obstáculos, e nos desesperamos?

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