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A promotora de Justiça de Maracanã, Brenda Melissa Fernandes Loureiro Braga, reuniu com o Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (IDEFLOR-Bio) a fim de discutir questões relevantes relacionadas à Área de Proteção Ambiental (APA) Algodoal-Maiandeua.

Dentre os principais temas abordados, o uso de veículos de tração animal, o fortalecimento do Conselho Gestor da APA e a revisão do plano de manejo, que está prevista para este ano. O documento é fundamental para orientar a gestão da Unidade de Conservação, estabelecendo diretrizes e ações para a proteção e uso sustentável dos recursos naturais presentes na área.

Outro ponto discutido na reunião foi a importância de ações integradas entre o Instituto, o município, a Superintendência do Patrimônio da União (SPU), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), de modo a fortalecer as ações de monitoramento e fiscalização das atividades que ocorrem na área, visando à preservação dos recursos naturais e o combate a práticas ilegais que possam prejudicar os ecossistemas.

A APA Algodoal-Maiandeua, localizada no litoral norte do Pará, abriga rica biodiversidade: há manguezais, dunas, praias e áreas de restinga, lagos de água doce e igarapés, pássaros como guará, garça, pavão, socó, taquerê, gavião caranguejeiro, caracaraí, cebinho do mangue, matirão, colhereira, marreco, papagaio, batuíra de colheira, maçarico branco, pirão gordo e vira-pedra. Os peixes comuns ali são pescada amarela, xaréu, tainha, anchova, corvina, gó, cação, mero, gurijuba, dourada, pratiqueira, serra e robalo. Moluscos e crustáceos também: ostra, mexilhão, turu, sururu, camarão e caranguejo. Outros representantes da fauna local são preguiças, quatis, tamanduás, raposas, gatos maracajá, camaleões, mucuras, macacos de várias espécies, guaxinins, jacarés, jabutis e tartarugas, entre outros. Os manguezais atuam como berçários de espécies marinhas. Nas dunas e proximidades, são abundantes frutas típicas como o ajiru e o caju, além de coco, muruci, carambola e manga.

Guy Veloso, do poético ao prático na fotografia documental

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