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Renovadas promessas para o TPP Belém

Foto: Ascom MPA
O ministro da Pesca e Aquicultura, Helder Barbalho, visitou ontem as obras do Terminal Pesqueiro Público de Belém, acompanhado pelo senador Paulo Rocha (PT-PA) e pelos deputados estaduais Iran Lima, João Chamon e José Scaff, todos do PMDB-PA, além de técnicos da Superintendência do Ministério no Pará e do Secretário de Infraestrutura e Fomento do MPA, Eloy de Sousa Araújo. De acordo com Nádia Hellen de Almeida, superintendente federal da Pesca e Aquicultura no Pará, a obra está paralisada para regularização de entraves administrativos e obtenção de licença ambiental. Helder Barbalho explicou que a conclusão da etapa atual da obra ainda necessita de pelos menos 15% e, além disso, será preciso nova licitação para a construção de um píer que permita que as embarcações possam atracar. Adiantou que já pediu ao Secretário de Infraestrutura e Fomento do MPA que priorize a obra e em paralelo a contratação dos equipamentos necessários para operacionalidade do Terminal. Quando estiver pronto, abrirá também a análise de discussões da gestão do Terminal Pesqueiro, prometeu.  

O TPP tem 32 mil metros quadrados de área total e poderá receber 250 toneladas de pescado por dia, além de um porto com capacidade de 25 embarcações de pequeno e médio porte. A área do terminal inclui instalações de apoio à atividade pesqueira, tais como ancoradouros, docas, cais, pontes e píeres de acostagem, armazéns frigoríficos, edificações, entrepostos e vias de circulação interna. Também terá um cais para desembarque, esteira, salas para recepção dos peixes, lavagem, classificação por tamanho, evisceração, filetagem, câmaras frias para estocagem, fábrica de gelo, posto de abastecimento de combustível e estrutura para comercialização.

O problema é que em 15 de maio de 2014, há quase um ano, o então ministro
da Pesca e Aquicultura, Eduardo Lopes, acompanhado pelo mesmíssimo
Secretário de
Infraestrutura e Fomento do MPA, Eloy de Sousa Araújo, visitou o local e prometeu exatamente as mesmas coisas, e até hoje nada
aconteceu.
Confirmem aqui, em
matéria publicada na página oficial do próprio Ministério.

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