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Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Procuradores do MPT agilizaram acordo

Os trabalhadores no comércio supermercadista de Belém e Ananindeua passarão a ter piso salarial de R$ 1.034 e tíquete-alimentação de R$ 220. Gerentes, chefes de setor e outros ficaram com a reposição de inflação de 7,68%. Estas foram as principais conquistas após a greve que paralisou as principais lojas do setor em Belém do Pará. Outro avanço é o não desconto dos dias paralisados, bem como a manutenção dos empregos por pelo menos um mês. Se houver demissão de algum trabalhador em decorrência da greve, será considerada falta grave, passível de ação do Ministério Público do Trabalho, que mediou o acordo entre o presidente do Sindicato dos Supermercados do Estado do Pará – Sindespa, empresário Fernando Brito, e o presidente da Fetracom e UGT Pará, Zé Francisco, além dos sindicalistas Antonio Caetano de Souza, presidente do SINTCVAPA; Eleonora Lopes dos Santos, do SINTCONC; Jorge Soares, do Sintracom; e Ivan Duarte, do SEC Pará. Estão mantidas as 42 horas semanais, fechamento dos supermercados aos domingos e feriados a partir das 14h, bem como o fechamento das lojas em pelo menos seis feriados ao longo do ano, conforme já estava previsto na última convenção coletiva de trabalho. A atuação dos procuradores do trabalho Hideraldo Machado e José Carlos Azevedo foi fundamental para a consecução do acordo que pôs fim ao movimento.

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