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Prisão de senador abala o meio político

A República está em polvorosa com a prisão, pela Polícia Federal, do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado. É a primeira vez na História do Brasil que um senador é preso, depois da Constituição de 1988, que estabelece que membros do Congresso não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável, e que, nesse caso, os autos devem ser submetidos dentro de 24h à Casa respectiva, pelo voto da maioria. Delcídio foi preso por tentar impedir a delação premiada de Nestor Cerveró sobre  sua participação em irregularidades na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Gravação feita pelo filho de Cerveró revela a tentativa do senador de oferecer fuga para o ex-diretor. Ainda agora de manhã, haverá sessão extraordinária na Segunda Turma do STF para analisar a prisão.

Também foram presos pela PF o banqueiro André Esteves, do banco BTG Pactual e o chefe de gabiente de Delcídio, Diogo Ferreira. Há um mandado de prisão expedido contra o advogado Édson Ribeiro, que defendeu Cerveró,  que está nos Estados Unidos. Como não pode ser preso lá, a PF pediu a inclusão de seu nome no “alerta vermelho” da Interpol. A inclusão depende de autorização do STF. 

Delcídio começou a cair quando foi citado na delação do lobista Fernando Baiano, no sentido de que recebera US$ 1,5 milhão de propina pela compra da refinaria, e de que teria participação em contrato do aluguel de navios-sonda para a Petrobras. No depoimento, Baiano disse que houve um acordo entre Delcídio, o atual presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) e o ex-ministro Silas Rondeau, também filiado ao PMDB, para dividirem entre si suborno de US$ 6 milhões.

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