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Polícia reconstitui caso Yasmin

Nesta terça-feira (12) e na quarta-feira (13), a partir das 7h, a Polícia Civil do Pará fará a reconstituição simulada dos fatos que levaram à morte da influenciadora digital e universitária Yasmin Fontes Cavaleiro de Macedo, no dia 12 de dezembro de 2021, durante passeio de lancha da Marina Canto da Ilha, que fica em Curuçambá, no município de Ananindeua, na região metropolitana de Belém.

A embarcação navegava pelos furos do rio Maguari, com superlotação, quando Yasmin desapareceu. Suspeitos e testemunhas foram convocados a prestar depoimentos pela terceira vez. O Secretário de Segurança Pública, Ualame Machado; o Delegado-Geral da Polícia Civil, Walter Resende; e o Diretor-Geral da Polícia Científica, Celso Mascarenhas, acompanharão pessoalmente a reconstituição. A previsão é de que os trabalhos se estendam por mais de 48 horas interruptas. A área será isolada por navios de guerra da Marinha, bem como o espaço aéreo. Será a maior reconstituição da história do Pará.

A mãe de Yasmin, Eliene Fontes, declarou nesta segunda-feira (11) que o celular da filha já foi periciado e contém provas de que algumas testemunhas e suspeitos do caso estão mentindo. O caso é muito polêmico. Yasmin sumiu de uma lancha que tinha três vezes mais passageiros do que a lotação permitia, mas, misteriosamente, ninguém viu quando, como e nem por que ela caiu. O corpo da garota de 21 anos foi encontrado no dia seguinte, 13, no distrito de Icoaraci, em Belém.

As pessoas que estavam no passeio declararam que não tinham intimidade com Yasmim, mas vários foram vistos em registros nas redes sociais junto dela. A cada vez que prestam depoimento, os que estavam no barco caem em contradição e contam versões diferentes. Yasmin não ingeria bebida alcoólica e não sabia nadar. Já foi apurado que havia armas a bordo e que tiros foram disparados. O condutor da lancha não tem habilitação para navegar.

Yasmin Macedo foi homenageada na noite do sábado, 9, durante a festa de formatura da turma de Medicina Veterinária da Unama, da qual ela fazia parte. Emocionados, os amigos lembraram da dedicação dela aos estudos e o quanto esperava pelo momento da formatura.

O delegado responsável pelo caso, Cláudio Galeno, conduz o inquérito sob sigilo.

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