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Polícia Civil em xeque

A Sead divulgou hoje a relação provisória dos candidatos classificados para a 2ª subfase da 1ª Etapa do concurso (Prova de Capacitação Física) da Polícia Civil do Pará. Das 670 vagas ofertadas, 150 são para delegado; 250 para investigador; 250 para escrivão, e 20 para papiloscopista. O cargo de delegado prevê uma remuneração inicial, incluindo as gratificações, de R$ 7.695,02. Para os demais os vencimentos são de R$ 3.098,79. A Uepa é a organizadora dos certames. O resultado está disponível aqui

Acontece que, ontem, a titular da 8ª Promotoria de justiça de direitos constitucionais fundamentais, defesa do patrimônio público e da moralidade administrativa, Elaine Castelo Branco, recomendou ao delegado geral Rilmar Firmino de Sousa e à secretária Alice Viana Soares Monteiro que anulem o certame, no prazo de 10 dias, informando que o não atendimento implicará responsabilização por possível improbidade administrativa. 

O concurso da Polícia foi alvo de denúncias feitas por participantes que relataram à promotora de justiça, anteontem, que durante a prova a muitos candidatos usaram celulares, não havia fiscais em número suficiente para acompanhar os candidatos até o banheiro e que muitos iam até lá usar celulares. Também relataram que houve só um tipo de prova aplicada no concurso para todos, e que cadernos de provas não foram entregues e estavam identificados. 

Em depoimentos colhidos no procedimento preliminar, foi reduzido a termo que um celular tocou na Escola “Jarbas Passarinho”, durante a prova, o candidato atendeu e não foi retirado da sala. Um dos candidatos contou que há uma interceptação telefônica envolvendo pessoas de alto escalão da polícia em venda de gabarito e solicitou a atuação do Ministério Público.
Os denunciantes também alegaram que o edital do concurso foi omisso sobre a impossibilidade de levar os cadernos-respostas, apenas em algumas salas. 

É a segunda vez que concurso da Polícia Civil é anulado por fraude. Uma vergonha. Como confiar numa instituição desse jeito?

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