Embora o Quartel Tiradentes esteja localizado no coração do bairro do Reduto, sediando o 2º BPM e duas Companhias da Polícia Militar do Pará, os meliantes parecem desafiar abertamente os policiais. Os assaltos no bairro continuam muito frequentes, principalmente no…

Douglas da Costa Rodrigues Junior, estudante de Letras - Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará e bolsista do Museu Paraense Emílio Goeldi, ganhou a 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica na área de Ciências Humanas…

O Ministério Público do Trabalho PA-AP abrirá na segunda-feira inscrições para Estágio de Nível Superior. A seleção será destinada ao preenchimento de vagas e formação do quadro de reserva de estagiários dos cursos de Administração/Gestão Pública, Biblioteconomia, Direito, Jornalismo, Publicidade/Propaganda…

Hoje, dia 23 de julho de 2021 às 19h, o Instituto Histórico e Geográfico do Pará realizada a nona “Live em Memória” da programação alusiva aos 121 anos do Silogeu, desta vez em homenagem ao centenário de nascimento do Almirante…

Poesia nas águas do rio Trombetas

Fotos: Tamara Saré
 Foto: Leisi Florenzano

 Foto: Tamara Saré
Foto: Leisi Florenzano
A cada ano, a lindeza da fé e das tradições do índio, do negro e toda a miscigenação que deu origem ao caboclo amazônida se renova e se supera durante o Círio Fluvial Noturno de Oriximiná, que acontece há quase sete décadas. No domingo, a movimentação de embarcações de todos os tamanhos começou bem cedo, rumo à comunidade Santa Maria Gorete (Aimin, nome indígena mantido pelos ribeirinhos), de onde o cortejo com a imagem de Santo Antônio partiu, às 18h, em procissão que deixou um rastro de luz e cor no rio Trombetas, até o porto da cidade.
No trajeto, centenas de homenagens: fogos de artifício, luzes nos barcos enfeitados com muitos balões, além das tradicionais milhares de miniaturas de barcos com velas coloridas que, soltas ao sabor do vento, proporcionam um espetáculo intraduzível. É pura poesia. Cada vela representa um pedido, um agradecimento, uma promessa ou simplesmente um gesto de devoção de um nativo ou turista. Os barquinhos são confeccionados sobre uma base de aninga, que ajuda na flutuação. Este ano, mais de 10 mil deles foram produzidos para a festividade.
Após quase quatro horas de viagem, por volta das 20:30h, a balsa conduzindo a berlinda chegou no cais da cidade, recebida com uma salva de fogos e o som das buzinas dos barcos. 
Retirada da berlinda pelo bispo diocesano Dom Bernardo, a imagem do padroeiro seguiu pelas ruas até a Igreja Matriz, onde foi celebrada missa em honra a Santo Antônio, acompanhada por milhares de fiéis. As fotos são de Leisi Florenzano e de Tamara Saré.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *