Em iniciativa inédita, o Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro celebra os percursos individuais e coletivos que construíram as políticas de salvaguarda do patrimônio cultural no Brasil, lançando a obra “Em Defesa do Patrimônio Cultural”, organizado por…

Neste sábado, 16, postos de saúde ficarão abertos para a vacinação com foco em menores de 15 anos. Em Belém, 11 unidades vão funcionar das 8h às 14h. A campanha da Multivacinação iniciou no dia 04 de outubro e segue…

De autoria do carnavalesco e professor Paulo Anete, o enredo para o Carnaval 2022 da Escola de Samba Grêmio Recreativo Carnavalesco e Cultural Os Colibris, de Belém do Pará, é “Zélia Amada/ Zélia de Deus/ Zélia das Artes/ Herdeira de…

Batizada de sagui-de-Schneider (Mico schneideri), em homenagem ao pesquisador brasileiro Horácio Schneider (1948-2018), geneticista da Universidade Federal do Pará e pioneiro da filogenética molecular de primatas, a descoberta alvoroçou a comunidade científica internacional. A nova espécie de sagui amazônico do…

Poesia nas águas do rio Trombetas

Fotos: Tamara Saré
 Foto: Leisi Florenzano

 Foto: Tamara Saré
Foto: Leisi Florenzano
A cada ano, a lindeza da fé e das tradições do índio, do negro e toda a miscigenação que deu origem ao caboclo amazônida se renova e se supera durante o Círio Fluvial Noturno de Oriximiná, que acontece há quase sete décadas. No domingo, a movimentação de embarcações de todos os tamanhos começou bem cedo, rumo à comunidade Santa Maria Gorete (Aimin, nome indígena mantido pelos ribeirinhos), de onde o cortejo com a imagem de Santo Antônio partiu, às 18h, em procissão que deixou um rastro de luz e cor no rio Trombetas, até o porto da cidade.
No trajeto, centenas de homenagens: fogos de artifício, luzes nos barcos enfeitados com muitos balões, além das tradicionais milhares de miniaturas de barcos com velas coloridas que, soltas ao sabor do vento, proporcionam um espetáculo intraduzível. É pura poesia. Cada vela representa um pedido, um agradecimento, uma promessa ou simplesmente um gesto de devoção de um nativo ou turista. Os barquinhos são confeccionados sobre uma base de aninga, que ajuda na flutuação. Este ano, mais de 10 mil deles foram produzidos para a festividade.
Após quase quatro horas de viagem, por volta das 20:30h, a balsa conduzindo a berlinda chegou no cais da cidade, recebida com uma salva de fogos e o som das buzinas dos barcos. 
Retirada da berlinda pelo bispo diocesano Dom Bernardo, a imagem do padroeiro seguiu pelas ruas até a Igreja Matriz, onde foi celebrada missa em honra a Santo Antônio, acompanhada por milhares de fiéis. As fotos são de Leisi Florenzano e de Tamara Saré.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *