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PM diz que foi recebida à bala em Pau d’Arco

Armas apreendidas no confronto. Foto PM-PA
Hoje de manhã, durante ação policial de cumprimento de 16 mandados judiciais (prisão preventiva, temporária e de busca e apreensão) na área da Fazenda Santa Lúcia, no município de Pau d’Arco, a 60 Km de Redenção, no sudeste paraense, nove homens e uma mulher foram mortos. De acordo com relato policial preliminar, o grupo recebeu com disparos de armas de fogo os policiais que foram até o local para cumprir a ordem judicial. Com o grupo, foram apreendidas onze armas de grosso calibre, incluindo um fuzil 762 e uma pistola Glock modelo G25. 

As informações são da Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), acentuando que os mandados de prisão foram exarados em razão de investigação sobre homicídio, tentativa de homicídio e formação de quadrilha, portanto, não se tratava de ação de reintegração de posse. 

Homens do Comando de Missões Especiais da Polícia Militar e policiais civis de Belém, incluindo a Corregedoria das Polícias Civil e Militar, estão a caminho de Redenção para intensificar as investigações e reforçar a segurança. Ainda não foram confirmados os nomes dos mortos.
O Centro de Perícias Renato Chaves está auxiliando na identificação dos corpos e encaminhamento para os procedimentos de necrópsia para em seguida liberá-los aos familiares. Os armamentos apreendidos também serão submetidos a perícia. Os esclarecimentos foram feitos através de nota oficial da Secretaria de Estado de Comunicação. 

A notícia do confronto com dez mortes chocou o Pará inteiro, ainda mais pela falta de informações acerca das circunstâncias, durante as primeiras horas. 

A Federação dos Trabalhadores em Agricultura Familiar também divulgou nota oficial. Ei-la:

Em decorrência dos episódios de enfrentamento com armas de fogo por parte de alguns elementos que compõe as famílias de acampados da Fazenda Santa Lúcia, no Município de Pau D’arco. 

Considerando que as orientações por parte da FETRAF, repassadas aos líderes do acampamento, não foram seguidas pelos mesmos e tão pouco pelos acampados. 

A Coordenação da FETRAF vem através deste, manifestar que não estará mais pautando a referida área junto ao INCRA, conforme decisão tomada e comunicada aos acampados no dia 26/04/2017 (quarta feira), conforme decisão tomada em Assembleia geral realizada no município de Marabá – PA. 

A FETRAF presa pelo diálogo e pelo o entendimento mútuo por parte do INCRA, Proprietário da área e por parte dos trabalhadores.

Jamais apoiaremos a luta armada!

No nosso entendimento os conflitos agrários na região norte do País já houve muitos derramamentos de sangue, e não queremos pactuar e tão pouco participar de outros episódios que por ventura possa vir a acontecer. 

A FETRAF tem a hora de avançar, tem a hora de dialogar, tem a hora de recuar. 

Entendemos que o recuo nesse momento é mais inteligente. 

Ressaltamos que comunicamos a DECA – Delegacia Especializada em Conflitos Agrários e o INCRA (SR-27) e o INCRA Nacional. 

Ressaltamos ainda, que comunicaremos a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Pará e o Delegado Geral da Polícia Civil do Estado. 

COORDENAÇÃO DA FETRAF PARÁ”

A violência por conflitos fundiários e agrários recrudesceu e de novo o Pará vem contabilizando mortes por encomenda e em disputas por lotes de terra. Há menos de um mês um crime ocorreu nas mesma área, quando um vigilante da empresa de segurança contratada pelos proprietários da fazenda foi vítima de emboscada.

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