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PF & Receita

Hoje a Polícia Federal está deixando em polvorosa malfeitores em todo o Brasil. A Operação Anteros executa 2 mandados de prisão e 9 de busca e apreensão, por ordem do ministro Raul Araújo Filho, do STJ. Estão sendo investigados atos do governador do Rio Grande do Norte, relativos ao desvio de recursos públicos por inclusão de funcionários fantasmas na folha de pagamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Norte, de 2006 até hoje. Os autos estão em sigilo. 

Em conjunto com a Receita Federal, a Operação Hammer-on desarticula organização criminosa transnacional especializada na prática de lavagem de dinheiro e evasão de divisas, que movimentou mais de R$ 5,7 bilhões, só de 2012 a 2016. Estão sendo cumpridos 2 mandados de prisão preventiva, 17 de prisão temporária, 53 de condução coercitiva e 82 de busca e apreensão em várias cidades do Paraná, São Paulo, Espírito Santo, Minas Gerais e Santa Catarina. Contas bancárias de várias empresas, em geral fantasmas, recebiam altos valores de pessoas físicas e jurídicas interessadas em adquirir mercadorias, drogas e cigarros provenientes do exterior, especialmente do Paraguai.
O dinheiro sujo era enviado para o exterior via sistema internacional de compensação paralelo, sem registro nos órgãos oficiais, mais conhecido como operações dólar-cabo, e 
através de ordens de pagamento internacionais emitidas por instituições financeiras brasileiras, duas delas já liquidadas pelo Banco Central. 

Já a Operação Rosa dos Ventos apura crimes contra a ordem tributária, lavagem de dinheiro, falsificação de títulos públicos e negociações envolvendo pedras preciosas. R$ 3 bilhões em impostos foram sonegados e multas não pagas. A PF cumpre 36 mandados de busca e apreensão e 24 de prisão temporária, em São Paulo, Minas Gerais, Goiás e no Distrito Federal. Distribuidoras de combustível eram registradas em nome de sócios-laranja e que não recolhiam os tributos. Com margens de lucro maiores e preços menores, empresas legítimas concorrentes foram obrigadas a fechar devido à concorrência desleal.
Ao mesmo tempo, os investigados falsificavam títulos da dívida pública da União, usados para aumentar o capital social e obter financiamentos. Só um deles representa dívida de R$ 32 bilhões para resgate em maio de 2003.
Foram criadas dezenas de empresas, todas em nome de laranjas para ocultar os verdadeiros proprietários, cujo patrimônio pessoal era protegido via offshore em paraísos fiscais e  empresas de participação em nome de seus filhos. Um lote de pedras preciosas que os membros da organização criminosa dizem lhes pertencer estava sendo negociado por 650 milhões de dólares.

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