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Perereca sob censura

“O que acontece é que, hoje, as associações vêm a público atacar a Ordem, atacar as nossas iniciativas, como se estivéssemos ofendendo a dignidade deste ou daquele juiz. Na verdade, estamos é defendendo a dignidade da Magistratura. Creio que a maioria dos magistrados não tem filho empregado no Estado. Creio que a maioria dos magistrados são pessoas sérias, que não vendem as suas sentenças, as suas decisões. Tenho certeza que a maioria dos magistrados não dá curso a tráfico de influência. Nós, advogados, também temos nossos problemas éticos. E aqueles que forem apanhados, que sejam expostos, sim, publicamente; que respondam aos processos. E não há que se ver nisso nenhuma anormalidade. Ao contrário: isso significa que o sistema está funcionando – e funcionando bem.
(…) Veja: na Democracia, o Poder Judiciário é o último Poder; de certo modo, é o Sobrepoder, porque controla os demais. Então, um desvio ético, um fato que é grave em outro Poder, no Judiciário é muito mais grave. Veja esse caso que estamos discutindo agora: imagine que eu sou um cidadão e não sei que um desembargador tem um filho, a esposa ou um irmão que é assessor do governador. E eu vou lá com esse desembargador postular um mandado de segurança, uma liminar, numa questão delicadíssima pra mim. É a minha vida que está em jogo e, do outro lado, está o interesse do Governo. Esse magistrado tem isenção para me julgar? Eu estou batendo na porta da Justiça porque nada mais me resta de entendimento, de conversa, de negociação. E aquele desembargador tem um filho, tem a mulher que é assessora do Governo do Estado. Há toda a evidência que a possibilidade desse desembargador agir com isenção é próxima de zero.  
(…) Temos novas denúncias. Só para você ter ideia, na sexta-feira tivemos duas. Criamos o site, você sabe, “Nepotismo Não”. Pedimos que as pessoas denunciassem e, realmente, as denúncias estão chegando na Ordem. Temos uma meia dúzia de denúncias referentes a novos desembargadores.”
(Jarbas Vasconcelos, presidente da OAB-PA, em entrevista à jornalista Ana Célia Pinheiro, no blog A Perereca da Vizinha  que, aliás, está sob censura, por decisão concedendo tutela antecipada, como se vê no mandado abaixo (clique em cima para ler melhor).

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