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Pelo fim do político profissional

Tramita no Senado a PEC
Nº 35/2012, que acaba com o pagamento da remuneração de vereador em municípios
com até 50 mil habitantes e limita o total da despesa das Câmaras a no máximo
3,5% da arrecadação municipal. De autoria do senador Cyro Miranda (PSDB-GO), a
proposta de emenda constitucional foi subscrita por outros 30 parlamentares e,
se aprovada pelo Congresso Nacional, vai atingir 90% do municípios do País.
Aí, os vereadores assumirão
o cargo eletivo em razão de sua condição cívica, de sua honorabilidade e capacidade profissional, selecionados entre candidatos comprometidos com a
ética, o interesse público e o desenvolvimento local.  Afinal, a Constituição permite aos ocupantes de cargo público acumular outras funções no caso de compatibilidade
de horários e a maioria só reúne duas ou três vezes por mês, o que viabiliza a
manutenção de outras atividades profissionais por parte desses parlamentares.
Para ser perfeita, a PEC
deveria atingir 100% das Câmaras. Afinal, além de gordos salários, adubados por uma penca de adicionais sob os títulos mais diversos, como ajuda
alimentação, moradia, 13º, 14º e 15º salários, auxílio paletó e etecetera e tal, resultando em subsídios
que ultrapassam em muito o teto constitucional, os vereadores ainda vendem seus
votos e fazem negócios ilícitos com as prefeituras, a exemplo do quase
ex-vereador Gervásio Morgado (PR), que escandalosamente aluga prédio para a
prefeitura de Belém, sob a conivência de seus pares, que fecham os olhos e não movem uma palha para cassar seu
mandato.
As eleições vêm aí,
falta pouco para exercermos a cidadania e darmos um pontapé com o voto para que
esses vendilhões da moral e da Democracia sejam expulsos da vida pública pela
porta dos fundos da política, como merecem, com a devida pulseira de aço.

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