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O rebanho bovino parauara, que já era para ter 20 milhões de cabeças, diminuiu para 18,2 milhões. A pecuária bovina de corte está sem reposição de bezerros, a bovina leiteira sem preço e a caprino/ovina sem abatedouro. Já o mercado de bubalinos ganhou impulso com a exportação para a Venezuela de búfalos das raças Mediterrâneo, Murrah e Jafarabad (principalmente fêmeas primíparas para reprodução). O Sul do Pará está classificado como livre de aftosa, com vacinação, o Nordeste é tido como de médio risco e Baixo Amazonas e Marajó ainda permanecem como áreas de alto risco. Quem conta é o Guilherme Minssen, zootecnista, leiloeiro rural e diretor da Faepa.

Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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