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Parlamento Amazônico reuniu na Alepa e traçou metas


A VII Reunião Ampliada do Colegiado de Deputados do Parlamento Amazônico, quinta-feira passada, na  Assembleia Legislativa, em Belém, ensejou a discussão de temas de importância estratégica para todo o Brasil, tais como a questão energética, a matriz de transportes, o modelo de financiamento de projetos e a questão fundiária. O presidente do Parlamaz, deputado Sinésio Campos (AM), é paraense de Santarém, da comunidade do Aritapera. 

“As pessoas vêem a floresta e não enxergam o homem da Amazônia, queremos fazer um chamamento para o olhar diferenciado que precisa existir. A Amazônia tem sido cobiçada pelo mundo e a nós é cobrada uma grande conta no sentido de mantê-la. Só que o homem que está aqui, o ribeirinho, o trabalhador que vive nos mais de 1.100 assentamentos rurais, tem necessidades básicas como alimentação e moradia. O grande manancial de rios da Amazônia serve para produzir energia limpa para outros Estados. Não somos contra, mas queremos traduzir essa energia para o nosso Estado. Por isso, sempre levantamos a questão das hidrelétricas, que causam impactos socioambientais em sua construção, bloqueiam nossos rios impedindo a navegação, produzem energia para outros estados que cobram impostos e nada fica para cá. Nós, amazônidas, temos que nos preparar para esse debate e para fazer essa cobrança. São tantos problemas comuns, temos que nos unir”, pontuou o deputado Márcio Miranda, presidente da Alepa.

Com o tema “Integração Regional com uma Nova Matriz de Desenvolvimento”, o presidente do Banco da Amazônia, Marivaldo Gonçalves de Melo, informou que o Basa tem R$ 5,9 bilhões para investir este ano em toda a Amazônia. Mas as dificuldades de acesso ao crédito são muitas. Os deputados pediram a cooperação entre o banco e a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam), para que haja mais investimentos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Marivaldo garantiu que está trabalhando para concretizar a parceria. 
A palestra “Uma nova rota para o oceano Pacífico (passando pela Amazônia) Manta/ Manaus”, com José Roberto Silva, diretor do Porto Providência, do Equador, suscitou questionamentos acerca do financiamento de embarcações pelo Fundo Nacional de Marinha Mercante, ameaçado por um projeto que tramita no Congresso sob a inspiração da ex-ministra Kátia Abreu. 

“Exploração Mineral em áreas Indígenas” foi o assunto abordado pelo deputado federal Édio Lopes, relator da Comissão Especial da Câmara dos Deputados encarregada de exarar parecer ao PL 1610, que trata da exploração de recursos minerais em terras indígenas. O Marco da Mineração, como se sabe, empacou há anos. 

O senador Sérgio Petecão (PSD/AC), aclamado embaixador do Parlamaz no Senado, propôs uma reunião em Brasília a fim de chamar maior atenção para os temas abordados. 

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