A expectativa era grande em relação à ida do governador Helder Barbalho à Assembleia Legislativa para a leitura da Mensagem na instalação da 61ª Legislatura. Funcionou como uma espécie de termômetro da Casa, que abriga novos deputados na oposição, e…

Foram empossados hoje na Assembleia Legislativa do Pará os 41 deputados estaduais eleitos para a 61ª Legislatura (2023-2027). Em seguida houve eleição para a Presidência e a Mesa Diretora, em chapa única, tendo sido reeleito praticamente à unanimidade – por…

O governador Helder Barbalho está soltando a conta-gotas os nomes dos escolhidos para compor o primeiro escalão de seu segundo governo. Nesta quarta-feira será a posse dos deputados estaduais e federais e dos senadores, e a eleição para a Mesa…

Pela primeira vez na história, está em curso  um movimento conjunto da Academia Paraense de Letras, Academia Paraense de Jornalismo, Instituto Histórico e Geográfico do Pará e Academia Paraense de Letras Jurídicas, exposto em ofício ao governador Helder Barbalho, propondo…

Pagot refutou denúncias

Como se previra, o governo atuou nos bastidores e o ex-diretor geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, afinou.  Em audiência conjunta das comissões de Serviços de Infraestrutura e de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, conduzida pela presidente da CI, senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO), Pagot negou corrupção no órgão, tráfico de influência do PR, que tenha acusado de envolvimento o ministro Paulo Bernardo, falou bem da presidente Dilma Rousseff.  E, é claro, acusou a imprensa de ser responsável por “falsas insinuações” a seu respeito.
Embora tenha durado mais de cinco horas, o depoimento de Pagot no Senado, hoje, só foi apimentado pelas interrupções de parlamentares. O senador Pedro Taques (PDT-MT) afirmou que o PR se “assenhora do Ministério dos Transportes e se assemelha ao que a máfia faz na Itália.” O senador José Agripino (DEM-RN) disse que o Ministério é feudo do PR.
O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) foi impiedoso: “há uma coincidência no fato de que os maiores doadores de campanha são os principais beneficiados em aditivos relacionados a obras. Afirmar que não há superfaturamento de obras no Ministério dos Transportes é subestimar a inteligência das pessoas, pois há um superfaturamento brutal. Uma obra de 17 Km não pode custar mais de 300 milhões de reais”, fulminou o parlamentar, sugerindo a comparação dos preços praticados pelo MT com os preços nos Estados ou no Exterior.

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