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OSTP é a melhor do Brasil

A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz foi eleita a melhor orquestra de 2017 pela revista movimento.com, uma das principais publicações de música erudita do Brasil. A execução da ópera “Don Giovanni”, de Mozart, durante o XVI Festival de Ópera do Theatro da Paz, em setembro do ano passado, encantou o crítico Leonardo Marques. Pela primeira vez, a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo foi superada. A montagem de Don Giovanni rendeu, ainda, o título de melhor regente ao maestro mineiro Sílvio Viegas; melhor cenário pelo trabalho de Nicolás Boni; melhor direção cênica a Mauro Wrona; e cantores-revelação a Kézia Andrade e ao paulistano Anderson Barbosa. 

É um justo reconhecimento à OSTP, que tem 20 anos e 66 músicos, todos paraenses, exceto três, o que mais uma vez evidencia o Pará como celeiro de talentos, o acerto do trabalho da gerência de Música do Theatro da Paz (Guto Ó de Almeida), da direção do TP (Gilberto Chaves e Célia Cavalcante), da Academia Paraense de Música (Humberto Azulay) e da Secult (Paulo Chaves). 

Tive a honra de conhecer o maestro Sílvio Viegas no ano passado, no ensaio geral de Don Giovanni, por Gilberto Chaves, que nos apresentou. Além da excelência de sua performance, chamou a minha atenção sua educação e extrema simplicidade, própria dos gênios e dos seres iluminados, mesmas qualidades, aliás, do jovem maestro parauara Miguel Campos Neto, regente da OSTP, que mereceu recentemente do professor Bohumil Med um elogio tremendo: “artista completo”, em crítica sobre como regeu a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, de Brasília, em 14 de novembro de 2017. O professor Bohumil Med, que nasceu na Tchecoslováquia em 1939, é graduado pelo Conservatório de Música de Praga e pós-graduado pela Academia das Artes de Janácek – Brno, fundador e presidente da Sociedade Cultural Brasil – República Tcheca, fundou há trinta anos a Livraria MusiMed em Brasília (maior livraria musical da América Latina), e é Decano do mercado musical no Brasil. 

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