Começou hoje (27) às 8h e segue até às 17h a votação nas prévias do PSDB para escolher seu candidato à Presidência da República. O resultado, se tudo correr bem, deve ser anunciado às 20h. O partido passou a semana…

Em uma aula prática da Faculdade de Medicina da Unifamaz, ontem, o professor Marcus Vinícius Henriques de Brito, visivelmente impaciente com a aluna que deveria demonstrar intubação em um boneco, questionou a falta de lubrificação prévia do paciente, ao que…

Na quarta-feira passada, dia 24, a audiência pública na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, em Brasília, era para discutir a gravíssima situação na Terra Indígena Yanomami, mas o clima de enfrentamento entre bolsonaristas e lulistas inviabilizou…

O prefeito Edmilson Rodrigues anunciou que Belém tem condições de fazer o Carnaval 2022, após reunião hoje (25) à tarde com representantes das escolas de samba e blocos carnavalescos. Ele acredita que com mais de 80% de pessoas vacinadas contra…

Os números das gigantes das commodities

Vale, Petrobras e Bunge continuam como as maiores exportadoras do Brasil, apesar de suas vendas externas recuarem devido, principalmente, aos preços das commodities.
Dados da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, relativos a 2015, apontam que a mineradora se manteve na primeira colocação, com receita cambial de US$ 11,251 bilhões, 45,07% a menos do que a de US$ 20,484 bilhões em 2014.
A Petrobras exportou US$ 8,504 bilhões, uma redução de 34,70% ante 2014.
A Bunge, terceiro lugar no ranking geral e a primeira do segmento do agronegócio, teve receita cambial de US$5,056 bilhões e queda de 17,86% na comparação anual.
No quarto lugar ficou a Cargill Agrícola, cujas vendas externas totalizaram US$ 4,494 bilhões em 2015, aumento de 5,56%. Em 2014, a trading ficou na sexta colocação do ranking do Secex. 

A Embraer também subiu de posição, passando do sétimo para o quinto lugar, com exportações de US$ 4,078 bilhões, aumento de 7% frente a 2014.
A empresa de alimentos JBS registrou exportações de US$ 3,887 bilhões em 2015, recuo de 16,72% ante 2014 e caiu da quarta para a sexta colocação na lista da Secex. Idêntica situação de sua concorrente, a BRF, que passou do quinto para o oitavo lugar, com receita de US$ 3,146 bilhões e queda de 26,15%. Já a ADM do Brasil saiu da nona para a sétima colocação, com vendas externas de US$ 3,285 bilhões e leve recuo de 0,27%.
A Braskem ficou no nono lugar, com exportações de US$ 2,685 bilhões e queda de 12,26%, e a Louis Dreyfus Commodities Brasil na 10ª colocação, com receita cambial de US$ 2,403 bilhões e diminuição de 29,41%, no lugar ocupado em 2014 pela Samarco Mineração.
A empresa que protagonizou o maior desastre ambiental do País apresentou recuo de 33,54% em suas vendas externas no ano passado, para US$ 2,110 bilhões.

Quase todas essas gigantes operam no Pará.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *