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Operação “Fake Numbers” prende falsos parentes

A Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do Pará, através da Divisão de Combate a Crimes Econômicos e Patrimoniais Praticados por Meios Cibernéticos, prendeu três membros de uma quadrilha que aplicava o golpe do “falso parente”, no qual os criminosos assumiam identidades falsas e pediam dinheiro via PIX, a partir de redes sociais. O cumprimento de mandados de prisão preventiva e busca e apreensão ocorreu nas cidades de Santos e São Vicente, ambas no estado de São Paulo. O trio (dois homens e uma mulher) confessou todo o esquema criminoso.

A delegada Vanessa Lee, titular da DECC, começou a investigação no ano passado, a partir das dezenas de denúncias. Seguindo o rastro digital da abertura das contas e movimentação do dinheiro, a polícia descobriu que os criminosos conseguiam a foto e os números de telefone de familiares e amigos da vítima, através de engenharia social nas redes sociais, e depois entravam em contato com estas pessoas solicitando quantias em dinheiro.

Em um dos golpes aplicados, o grupo se passava por filho de uma das vítimas e alegava ter deixado o aparelho celular na assistência técnica, por isso estaria utilizando temporariamente novo número. Em seguida, pedia transferências via PIX e pagamentos de boletos, alegando que o valor seria devolvido assim que o celular saísse do conserto. Somente após a realização de várias transferências, a vítima desconfiava e entrava em contato com o número verdadeiro de seu conhecido, descobrindo que se tratava de golpe.

A quadrilha dividia funções entre seus membros: havia um grupo responsável pela parte operacional, obtendo os dados das vítimas e habilitando os chips de celular utilizados na fraude para enviar as mensagens falsas. Um segundo núcleo era responsável por agenciar pessoas, conseguindo contas bancárias e chaves PIX de “laranjas”, as quais eram repassadas às vítimas para o recebimento dos valores do golpe. O terceiro grupo, formado por “laranjas”, emprestava contas bancárias e dados pessoais para os criminosos, recebendo para isso uma porcentagem das transações, que variavam entre 10% e 15% do valor depositado.

As diligências policiais vão prosseguir com o fim de identificar e responsabilizar outras pessoas envolvidas no esquema. O delegado-geral da Polícia Civil do Pará, Walter Resende, enfatiza que denúncias de casos similares podem ser feitas pelo disque denúncia 181, ou presencialmente, na sede da Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos, que fica na Av. Pedro Miranda, nº 2.288, bairro da Pedreira, em Belém. “É extremamente importante que as vítimas registrem as ocorrências nas unidades para que os casos possam ser devidamente apurados pelas equipes policiais e os responsáveis penalizados pelos crimes”, reforça o DG.

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