Publicado em: 4 de agosto de 2016
Na segunda etapa da operação Amazônia Legal, hoje, a Polícia Civil desarticulou esquema de desbloqueio de madeireiras irregulares nos sistemas do Ibama e da Semas, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade. Ao todo, foram cumpridos, em Belém, Marabá, Tailândia, Goianésia do Pará e Santarém(PA), e em Itinga (MA), nove mandados de prisão preventiva e dois de condução coercitiva, além de 16 mandados de busca e apreensão. A fraude rendeu mais de R$ 12 milhões aos criminosos.
Uederson de Amadeu Ferreira, analista ambiental do Ibama de Marabá e especialista em informática, aproveitava as ausências ocasionais de seu colega de trabalho para copiar dados de um computador que ficava na sua sala de trabalho. E cobrava das madeireiras para fazer o desbloqueio e assim possibilitar a liberação das guias florestais para autorizar o transporte.
Ao todo, 23 empresas participaram do esquema, conforme as investigações da delegada Juliana Cavalcante, da Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), que apurou durante o inquérito o recebimento, pelo servidor, de R$ 200 mil, através da conta bancária de Anderson Ferreira Bezerra.
Ao todo, 23 empresas participaram do esquema, conforme as investigações da delegada Juliana Cavalcante, da Divisão Especializada em Meio Ambiente (Dema), que apurou durante o inquérito o recebimento, pelo servidor, de R$ 200 mil, através da conta bancária de Anderson Ferreira Bezerra.
A polícia avalia que 1.293 caminhões tenham feito o transporte de madeira ilegal extraída de 3.642 árvores.









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