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O porquê da mágoa de Iran com Jatene

Quando estavam em discussão na
Alepa os projetos de renovação da concessão de incentivos fiscais às empresas
instaladas no Pará, o líder do PMDB, deputado Iran Lima, revelou o porquê de
sua antipatia ao governador Simão Jatene. É que uma vez, há 17 anos,  como auditor da Secretaria de Estado da
Fazenda, mandaram-no representar a Sefa na comissão técnica que analisa as
propostas das empresas para obtenção do diferimento de ICMS. Mas ao se
manifestar na reunião, Jatene, na época secretário especial de Produção e
presidente da Comissão, não aceitou suas palavras e se retirou. “Isso eu guardo aqui comigo, no meu coração”,
se queixou Iran, sem esconder a mágoa. No que o seu microfone emudeceu. Aí foi
uma gargalhada geral, e o deputado Carlos Bordalo, do PT, brincou que o som
pifou porque ele tinha falado mal de Jatene. “V. Exa. falou com muita emoção, com veemência”, contornou o presidente da Alepa, deputado Márcio
Miranda(DEM), aos risos, abrandando a tensão do desabafo. E o secretário de Estado
de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia, Adnan Demachki – que estava
lá esmiuçando as proposições do governo –  tranquilizou a todos garantindo o eminente caráter
técnico da comissão – criada por lei estadual, integrada por técnicos
competentes do Banpará, da Sefa, da Sedeme, das Secretarias de Meio Ambiente,
de Desenvolvimento Agrário, de Ciência e Tecnologia e procuradores da PGE -,
que aprecia tecnicamente as propostas das empresas e depois faz uma votação no
âmbito da comissão, que agora é presidida pelo secretário da Fazenda, um
técnico de carreira.





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