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O espetáculo do Mensalão no STF

Os
advogados João dos Santos Gomes Filho, do ex-deputado federal Paulo Rocha
(PT-PA) e Luís Maximiliano Leal Telesca Mota, de Anita Leocádia Pereira da Costa
,
ex-assessora parlamentar, rebolaram ontem no STF.
Mota saiu-se com esta: “Eu não sei se o contrato que o PT fez com o
BMG e o Banco Rural era frio, era quente ou era gelado. Para Anita, também, não
importa. Ela não sabia, ela não tinha esse conhecimento. A verdade é que Anita
estava cumprindo uma ordem superior. Não tinha domínio do fato
.” E parodiou
um trecho da música O Tempo Não Para, de Cazuza: “Senhor
procurador-geral, a tua piscina está cheia de ratos, mas as tuas ideias não
correspondem aos fatos
”, ao final de sua sustentação oral.
Já Gomes Filho
disse que não há nenhum nexo causal entre a acusação de lavagem de dinheiro e
os fatos. Que os R$ 620 mil foram emprestados e repassados via sistema
financeiro, fiscalizado pelo Banco Central, pelo então tesoureiro do PT,
Delúbio Soares, ao diretório regional do PT do Pará, do qual Rocha era
presidente, para pagar dívidas de campanha.
O advogado disse
que nunca viu lavagem de dinheiro ser feita por conta bancária. E questionou
se, por analogia, uma afirmação de Roberto Jefferson isentando Paulo Rocha do
crime que lhe é imputado teria o condão de embasar sua absolvição. É que, de
acordo com ele, em depoimento que prestou em 4 de agosto de 2005 à CPMI do
Congresso que investigou a compra de votos, o delator do Mensalão teria dito
que “Paulo Rocha está fora de tudo isso”.

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