Evellyn Vitória Souza Freitas nasceu no chão do banheiro do Hospital Municipal de Portel, município do arquipélago do Marajó (PA), no dia 28 de julho de 2021, por volta das 8h da manhã, prematura de 28 semanas e dois dias, pesando 1Kg e 39…

Vanete Oliveira, a jovem marajoara de 28 anos e mãe de cinco filhos que sofre há catorze anos com um tumor enorme em um dos olhos, que lhe cobre quase a metade da face, já está internada no Hospital Ophir…

Equipes da Divisão de Homicídios e da Delegacia de Repressão de Furtos e Roubos estavam monitorando há um mês o grupo criminoso que planejava roubar em torno de R$ 1 milhão no caixa eletrônico do Banpará localizado dentro do Hospital…

Vanete Oliveira, 28 anos, mãe de cinco filhos, vive em Portel, município do arquipélago do Marajó(PA). Ela sofre há catorze anos dores atrozes além do desconforto, trauma e todo tipo de dor física e psicológica, por conta de um tumor…

Nota oficial do SINDELP E ADAPPA

“O Sindicato dos Delegados do Pará vem a público manifestar total e irrestrito apoio aos excelentíssimos delegados de polícia judiciária do Pará, que participaram da ação em cumprimento de mandado de prisão preventiva no município de Pau D’Arco/PA. 

Cabe ressaltar que em nenhum momento somos favoráveis a qualquer tipo de violência.
Contudo, a justa reação para preservar a própria vida é totalmente reconhecida por todas as sociedades, inclusive como um direito nato da pessoa humana. 

No entanto, quando se trata de policiais os alvos desse direito nato, esse consenso mundial tem sido plenamente ignorado por muitos, em geral pessoas sem comprometimento com a verdade, quando não elas mesmas dedicadas a afrontar as leis, voltadas à criminalidade e a subverter a ordem pública.

É preciso colocar pessoas iguais em seu devido lugar, porque também os policiais, em geral, pertencem à espécie humana e têm o mesmo direito de exercer a legítima defesa em preservação das suas vidas, como qualquer gente ordeira, quando se vê face ao perigo iminente de morte sob injusto ataque. 

Luta-se incessantemente para que os movimentos sociais não sejam marginalizados. Entretanto, os principais defensores deste justo objetivo marginalizam sumariamente os policiais, sem conceder-lhes os mesmos direitos sobre os quais tanto proclamam. E a par disto se apressam em expor suas conclusões, sem fundamento algum, destinadas apenas a manchar a imagem de pessoas, incriminando-as, sequer a esperar pela realização de apuração isenta e técnica dos fatos em questão. 

Julgar e condenar antecipadamente perante a opinião pública os policiais, a partir de perspectivas, deduções, ilações, achismo ou opiniões injustificadas não guarda sequer resquício de  razão para os que afirmam lutar por direitos humanos.
Ou será que os agentes da Segurança Pública, pessoas que vivem diuturnamente em prol da defesa social, muitas vezes à custa do seu sangue ou da própria vida, não são dignas dos tão caros e propagados direitos humanos?
Ou esses direitos se destinam tão apenas a quem não teve a feliz ideia de escolher defender a sociedade contra a violência, que a todos asfixia, dadas as variáveis mais diversas? 

Indagações como a que expomos nos perseguem e afligem a todos nós, policiais, gente como o povo em geral, pessoas feitas de carne e osso também. E que tem, igualmente, famílias como a esmagadora maioria do povo brasileiro. E que chora, e que sangra, e que sofre todos os dias sem direitos humanos.

Nós, policiais, não somos sádicos, assassinos, bestas-feras ou quaisquer outras coisas deste gênero que alguns, injustamente, nos denominam. 

Nós, policiais,  também somos trabalhadores.

Nós, como todas as pessoas de bem do nosso Brasil, somos operários a serviço do bem-estar geral que labutamos em defesa da paz social e da segurança pública tão almejada pela sociedade, e que em muitas circunstâncias, para nosso desespero, mais que qualquer outro ser humano, precisamos nos defender de ataques covardes os mais diversos, inclusive os que têm por autoria pessoas que, imbuídas de propósitos inconfessáveis, se precipitam em nos julgar e crucificar. 

Evocando Charles Chaplin: ‘Não sois máquina. Homens é que sois.’  “

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