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Nota da AMATRA 8

“Noticiou a OAB/PA que realizará sessão ordinária em meados do mês de outubro, quando na oportunidade, os conselheiros seccionais promoverão o desagravo público e presencial da Juíza Nágila de Jesus Oliveira Quaresma, da 1ª Vara do Trabalho em Abaetetuba, por entender que desrespeitou as prerrogativas do advogado João Pedro Maués. 

A Juíza do Trabalho Substituta Nágila de Jesus Oliveira Quaresma, agindo dentro de suas prerrogativas constitucionais e legais, bem como na direção dos trabalhos da referida unidade judiciária, coibiu abusos do referido advogado que constantemente adentra da Secretaria da Vara causando tumulto na condução dos trabalhos e em claro abuso no exercício de sua profissão, ao falar gritando e atender ligações pessoais no interior da Vara. 

O MAGISTRADO, AO EXERCER O PODER DE POLÍCIA, PODE E DEVE DETERMINAR QUE ADVOGADOS SE PORTEM DENTRO DOS LIMITES DA URBANIDADE E EDUCAÇÃO, SEMPRE COM O INTUITO DE PRESERVAR A NORMALIDADE DOS SERVIÇOS JUDICIÁRIOS. 

O ato da OAB/PA ao tentar intimidar o pleno, legal e correto procedimento da magistrada, reforça a convicção dos juízes do trabalho na firmeza de suas decisões e que tal atitude não abalará as medidas que devem ser tomadas a bem do serviço e da Justiça. 

Reforça a Amatra 8 – Associação dos Juízes do Trabalho do Pará e do Amapá, sua plena convicção na defesa da independência e prerrogativas da magistratura, repudiando atos com nítido caráter midiático e sensacionalista da OAB. 

A Magistratura Trabalhista da 8ª Região, nunca se curvou e nunca se curvará a pressões de advogados, agindo sempre com serenidade, firmeza e garantidora do estado de direito e da cidadania.”

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