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MPF ajuiza 14 novas ações por desmatamento

Dez dos 23 envolvidos na Operação Castanheira, em setembro de 2014, denunciados pelo Ministério Público Federal por crimes ambientais e outras ilegalidades, voltaram a ser acusados em 14 novas ações ajuizadas pelo MPF perante a Justiça Federal em Itaituba e Altamira, no Pará. Edvaldo Dalla Riva, o Paraguaio ou Paraguai, foi acusado pela destruição de 177 hectares de floresta em gleba federal.
Segundo o Ibama, o desmatamento foi feito em continuidade a um desmate anterior, em área embargada e de forma a evitar a identificação por satélite, cortando árvores mais baixas e mantendo as árvores mais altas. 

Giovany Marcelino Pascoal é o recordista em novas ações. De setembro de 2014 ao final de maio de 2016 ele figurou em quatro novos processos por crimes ambientais abertos a partir de ações do MPF. 

Apontado como líder do esquema desmontado pela operação Castanheira, Ezequiel Antônio Castanha já voltou a ser processado pelo MPF por três vezes.
Com um novo processo cada um, estão Boleslau Pendloski Filho, Edson Barbosa da Mata, Alanda Aparecida da Rocha, Ismael Wathier Martins, Leonardo Minotto Luize, Freud Fraga dos Santos e Luiz Losano Gomes da Silva. 

Em agosto de 2015 a Justiça Federal condenou Luiz Losano Gomes da Silva pelo desmatamento ilegal de aproximadamente 1.190 hectares da Floresta Nacional do Jamanxim, em Novo Progresso. Ele foi obrigado a reflorestar a área e condenado a multa diária de R$ 5 mil em caso de reincidência. Em processo anterior, Edivaldo Dalla Riva foi condenado a pagar R$ 2,6 milhões em danos materiais e morais pelo desmatamento ilegal de 559 hectares da gleba Curuá, área federal sob domínio do Incra, em Novo Progresso. 

O levantamento de novas ações não inclui processos sigilosos ou processos abertos a partir do desmembramento da denúncia de setembro de 2014.

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