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Mérito da Navegação na Amazônia

O presidente do Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação do Pará, José Rebelo III, outorga amanhã a comenda “Mérito da Navegação na Amazônia” ao Vice Almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, comandante do 4º Distrito Naval, à deputada federal do Amapá Janete Capiberibe e ao presidente da Fiepa, José Conrado Santos. Já a Medalha Jornalista Alyrio Sabbá será conferida ao capitão dos Portos, comandante de mar e guerra Aristide de Carvalho Neto; ao encarregado da Seção de Operações do 4º DN, comandante Ricardo Jaques Ferreira; ao diretor do Centro de Levantamentos e Sinalização Náutica da Amazônia Oriental, Plínio Brayner Neto; ao comandante Álvaro José de Almeida Jr.; à comandante Hildelene Lobato Bahia – a primeira mulher do Brasil a comandar um navio petroleiro -; a Ivanildo Pontes, secretário executivo da Fiepa e ao professor doutor Hito Braga de Moraes, da FENAV/UFPA.

O Sindarpa é uma entidade que atua há 66 anos e tem sido da maior importância na defesa do transporte hidroviário da região, encampando temas estratégicos como os projetos das hidrovias Tocantins-Araguaia, Guamá-Capim, Marajó e Tapajós-Teles Pires Juruena, além da questão portuária e das eclusas em barragens para usinas hidrelétricas.

O jornalista Alyrio Sabbá escreve uma coluna especializada em navegação no jornal O Liberal há 46 anos ininterruptos. É a única no Pará e talvez em toda a região norte do Brasil. Alyrio começou a trabalhar no antigo SNAPP (Serviço de Navegação da Amazônia e Administração do Porto do Pará), órgão encarregado da gestão da Port of Pará e da Companhia de Comércio e Navegação do Amazonas, criado em 27 de abril de 1940 e extinto através do Decreto 61.600, de 6 de setembro de 1967. Com a extinção do SNAPP, em seu lugar foram fundadas a Companhia Docas do Pará (CDP), com a função de “promover a administração dos portos organizados e terminais do Pará”, e a Empresa de Navegação da Amazônia S/A (ENASA), destinada a “explorar o transporte aquaviário da Bacia Amazônica”, esta também já extinta. É um verdadeiro arquivo vivo, além de decano na área.

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