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Mariana e a banalização do mal

 A morte em Mariana(MG).
Paracatu de Baixo.
A mineradora Samarco (leia-se Vale e BHP), firmou termo de compromisso preliminar com o Ministério Público Federal no sentido de pagar uma caução socioambiental no valor de R$ 1 bilhão. Pois bem. É oportuno perguntar se a Secretaria de Meio-Ambiente de Minas Gerais e o Ibama vão sair incólumes dessa desgraça que atingiu o Brasil. Não se ouve falar sobre as responsabilidades governamentais. No mínimo omissão, para não dizer prevaricação. Quem tem o dever de fiscalizar e monitorar fez vista grossa. Quem vai trazer de volta as vidas ceifadas, as famílias desestruturadas e desabrigadas, a mortandade de todas as espécies? O País vive uma hecatombe. Mas a maioria da população finge que não vê. 

A banalização do mal, já dizia Hannah Arendt:
“Será que a natureza da atividade do pensar, o hábito de examinar, refletir sobre qualquer acontecimento, poderia condicionar as pessoas e não fazer o mal? Estará entre os atributos da atividade do pensar, em sua natureza intrínseca, a possibilidade de evitar que se faça o mal? Ou será que podemos detectar uma das expressões do mal, qual seja, o mal banal, como fruto do não-exercício do pensar?”

Nas fotos, a jornalista Cristina Serra, parauara na Globo, mostra um pouco da deprimente situação, que expôs no Fantástico, ontem.

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