Hoje a Assembleia Legislativa do Pará retomou seus trabalhos no segundo período legislativo do terceiro ano da da 19ª Legislatura, de forma totalmente presencial, apesar da reforma do prédio sede do Palácio Cabanagem e do próprio plenário Newton Miranda. Após…

Em visita oficial, a Academia Paraense de Jornalismo e a Comissão de Defesa do Patrimônio Histórico do Instituto Histórico e Geográfico do Pará pediu ao prefeito de Belém, Edmilson Rodrigues, o veto à alteração dos nomes da Rua da Municipalidade…

O IV Distrito Naval da Marinha do Brasil, em parceria com o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Praticagem da Barra do Pará, Sociedade Amigos da Marinha Pará, Secretarias de Saúde de Barcarena e do Estado do Pará, Tribunal…

Guy Veloso, filho do saudoso jurista, notário e político Zeno Veloso, plantou em sua memória um pé de baobá na Universidade Federal do Pará, onde o ilustre parauara se destacou como professor de direito civil e direito constitucional, formando gerações…

Marajó sem água potável e ACP sem desfecho desde 2011

A falta de água potável em pleno arquipélago do Marajó aflige todos os dezesseis municípios e é alvo de Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público do Estado do Pará desde de 2011, que até hoje não tem desfecho. Uma subestação está sendo construída em Breves mas a obra se arrasta há anos, sem solução. A população está desesperada. O promotor de justiça Harrison Bezerra, titular de Breves e que acumula Anajás, vai solicitar a vistoria de técnicos do MPPA na obra, para saber o que está acontecendo e atender aos justos reclamos.

O então juiz da comarca, Luis Augusto de Menna Barreto Pereira, concedeu em agosto de 2011 uma liminar determinando providências à Cosanpa, e na decisão salientou que, além de vários laudos expedidos pelo Instituto de Perícia Científica Renato Chaves durante inquérito civil do MP, o próprio magistrado constava ser fato notório, bastando abrir uma torneira, que a água sai marrom e é visível a olho nu a impossibilidade de consumo. As pessoas são obrigadas a comprar água mineral, mas a maioria das famílias é extremamente pobre e acaba consumindo o líquido contaminado, resultando em permanentes casos de infecções gastrointestinais, além de doenças dermatológicas.

O promotor Harrison Bezerra reuniu no sábado passado, durante o plantão presencial, com Lucimara Lobato, Fabiane Nascimento, Carla Vasconcelos, Nayara Salomão, Camila Souza e Michelle Araújo, membros da Comissão Justiça e Paz e da Pastoral da Juventude em Breves, para alinhar planos de ação em prol dos mais vulneráveis. Entre outros pontos importantes, deliberaram por realizar reunião ampliada a fim de debater a questão da água, considerada imprópria para consumo humano e com elevado risco à saúde pública.

A reunião do representante do MPPA com a CJP e a Pastoral da Juventude também tratou do fortalecimento da rede de proteção infantojuvenil no diapasão proposto pela ong Rádio Margarida e pelos bispos Dom José Azcona e Dom Evaristo Spengler, da Prelazia do Marajó, com intuito de criação do plano municipal de proteção à criança.

O promotor Harrison Bezerra enfatizou a inovadora gestão da Corregedoria do MPPA, de prevenir conflitos e aproximar o MP da sociedade, e se declarou inspirado no trabalho da Irmã Henriqueta Cavalcante, coordenadora da Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte 2, em Dom Evaristo e Dom Azcona, que além da evangelização trabalham por condições dignas para a população e focam de modo especial na proteção a crianças, adolescentes, mulheres e idosos.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *