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Marabá e a compra de votos

A ressaca eleitoral está sendo maior em Marabá. Desde a última sexta-feira, dia 30, a Polícia Federal, o Ministério Público Eleitoral e a Polícia Civil estão nos calcanhares de um esquema de compra de voto e abuso do poder econômico, envolvendo vários políticos de diversos partidos e cabos eleitorais, muitos deles funcionários fantasmas de diversos órgãos municipais. Ontem, cedinho, antes de começar o processo de votação, foram cumpridos lá mais de 27 mandados de busca e apreensão. Era a Operação Saruê, autorizada pelo Juízo da 23ª Zona Eleitoral e assim batizada em alusão aos antigos coronéis. 

Vereadores candidatos à reeleição e seus apoiadores tiveram apreendidos mais de R$ 140 mil em dinheiro, milhares de santinhos de propaganda eleitoral (que deveriam ter sido entregues à Justiça Eleitoral no máximo às 22 horas de sábado, dia 1º de outubro), documentos, mídias e três armas de fogo, uma delas de calibre restrito.  Até listas de nomes de eleitores com suas zonas eleitorais foram encontradas

Na casa de Alzira Mutran, parente de uma candidata, a polícia apreendeu R$ 35 mil em espécie e três armas, uma delas um revólver 357, de calibre restrito, pelo que ela foi presa em flagrante (nesse caso não é permitida a concessão de fiança)

No dia 30, a Operação Voto Batizado já tinha cumprido dois mandados de busca e apreensão de HD’s, documentos e requisições de abastecimento, um na Secretaria de Obras e outro em um posto de combustível. Houve denúncia de cooptação de votos através de abastecimento de combustível e que a financiadora seria a Prefeitura de Marabá. Foi levantado que parte do diesel e gasolina era liberada na Secretaria de Obras e outra parte no tal posto. Cinco pessoas foram conduzidas para a delegacia da PF e prestaram depoimento.

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